Tarifaço de Trump – consequências para o Brasil agrícola e impactos ao meio ambiente no ano da COP 30

Ano VI, nº 105, 10 de julho de 2025  

 

Por Aline Conceição Abrantes da Silva, Beatriz Dantas, Giovana Amorim Plácido, Henrique Cochi, Jéssica de Assis Araújo, Joshua Alves de Oliveira, Júlio César Bacarini, Sofia Galvez Nogueira, Yohana Campos da Rocha e Olympio Barbanti

(Imagem: Ricardo Stuckert/ Presidência da República)

 

As políticas tarifárias de Trump contra inúmeros países trouxeram um amargor para as relações comerciais globais. Para o Brasil, num primeiro momento, havia a perspectiva de crescimento das exportações de produtos agrícolas – bom para a economia, mas possivelmente ruim para o meio ambiente. Com aumento da tarifa para 50%, o cenário torna-se incerto, com possíveis perdas volumosas, mas, também, com a oportunidade de redefinição de novas rotas comerciais.

 

Avaliação inicial dos impactos no agro nacional

 

A tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros anunciada pelos EUA em 10 de julho de 2025, prevista para começar a ser aplicada no início de agosto, pode ter impactos graves sobre o agronegócio brasileiro, sobretudo em um contexto em que o país já se encontra fortemente dependente da exportação de commodities. No entanto, pode abrir brechas para o Brasil ampliar sua presença no mercado internacional de alimentos e outros produtos.

 

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima que os efeitos da medida afetarão severamente a competitividade internacional de 19 produtos-chave do setor.

 

A análise da CNA indica que os produtos que têm graus de exposição crítica ao tarifaço incluem: Sebo Bovino; Obras De Marcenaria ou Carpintaria; Madeira Perfilada; Outras Substâncias Proteicas; Carne Bovina Industrializada. Os produtos que têm graus de exposição. Aqueles que têm exposição considerada alta, são: Outros Produtos De Origem Animal; Óleo Essencial De Laranja; Calçados De Couro; Outros Produtos De Origem Animal; Óleo Essencial De Laranja; Madeira Compensada Ou Contraplacada; Móveis De Madeira; Madeira Serrada; Sucos De Laranja; Couros/Peles De Bovinos; Painéis De Fibras Ou De Partículas De Madeira; Café Solúvel; Café Verde; Álcool Etílico; Celulose; Papel; Fumo Não Manufacturado. A exposição é considerada moderada para: Açúcar Refinado; Carne Bovina In Natura. E, finalmente, considerada leve para Açúcar De Cana Em Bruto.

 

Diversos destes produtos são insumos para setores produtivos da economia dos EUA. Então, no agro, a lógica econômica que seria benéfica para os Estados Unidos inexiste ou possui até mesmo o sentido contrário, de encarecer produtos americanos na economia daquele país, ou mesmo produtos que são exportados. Especificamente no setor agrícola, o tarifaço agravou a crise já existente entre pequenas e médias propriedades rurais dos EUA, muitas delas ligadas à base eleitoral de Trump.   

  

O Governo de Trump e suas tarifas

 

Ao comunicar o aumento das tarifas ao Brasil, Trump afirmou que empresas brasileiras poderão se isentar da nova tarifa caso optem por fabricar ou montar seus produtos em solo norte americano.  Em resposta, o presidente Lula afirmou “não ser tutelado por ninguém” e assegurou que o Brasil adotará medidas com base na Lei da Reciprocidade Econômica, sugerindo uma possível retaliação comercial. 

 

Trata-se de mais uma etapa de adoção de medidas unilaterais extremas desde que o presidente Trump assumiu seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos da América em janeiro de 2025. O lema de sua campanha, America First 2.0, demonstra a iniciativa do presidente de colocar a segurança, a economia e o desenvolvimento estadunidenses como prioridade. A política econômica de Trump, incluída em seu lema, foi inaugurada com um tarifaço que visava aumentar tarifas de importação a outros países, com o objetivo de diminuir o déficit comercial, beneficiar os trabalhadores do país e proteger a indústria nacional.

 

No dia 1º de fevereiro de 2025, foram anunciadas pelo governo estadunidense tarifas de 25% para o Canadá e o México, as quais foram posteriormente suspensas. No dia 4 de março, houve tarifação de 20% para a China, e as taxas contra o México e Canadá retornaram; os EUA começaram a sofrer retaliações. No dia 25 do mesmo mês, a Venezuela foi taxada em 25%, sob a alegação de que o país enviou “dezenas de milhares de criminosos” para os Estados Unidos.

 

A impressão transmitida para o cenário global era de que a política econômica estadunidense era extremamente arbitrária e calculada “às pressas”, uma forma de retaliação sem qualquer preocupação com as repercussões internacionais.

 

O presidente gerou grande impacto pela magnitude das tarifas e pela quantidade de países afetados. Após anunciar paulatinamente certas taxações e causar confusão na economia global, Trump veio a público em 2 de abril de 2025 em pronunciamento que ficou conhecido como o “Dia da Libertação”. Em seu projeto, 185 países seriam taxados: 10% de tarifa mínima sobre importações e uma taxa adicional proporcional ao superávit comercial que esses países mantêm com os EUA.

 

O “Dia da Libertação” derrubou as bolsas de valores por todo o mundo: queda de 8% em Xangai, 13% em Tóquio e 12% na Europa. Na América Latina, países tiveram desvalorização cambial: 6,5% na Colômbia, 6,2% no Brasil e 4,7% no Chile. Porém, o dólar também caiu em relação a anos anteriores após alguns dias.

 

As variações nas bolsas de valores, nas moedas nacionais e as negociações em curso exprimem um clima de instabilidade que pode prejudicar o planejamento econômico e as exportações de diversas nações. Stephen Miran, atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos dos EUA, argumenta que, em um cenário de redução de importações, o aumento contínuo de tarifas pode comprometer o bem-estar da população e minimizar os ganhos comerciais.

 

A Secretaria do Tesouro dos EUA afirmou que, mesmo o país estando em negociação com 15 países sobre as tarifas ainda em meados de abril, não acredita que os acordos serão concluídos dentro do prazo de suspensão de 90 dias. De fato, dois dias antes de vencer o prazo de suspensão, Trump prorrogou este período até o dia 1º de agosto. A sensação de que não há planejamento sério em relação à política tarifária se dissemina após novo pronunciamento presidencial.

 

Durante a cúpula do BRICS no Brasil em 6 de julho de 2025, Donald Trump anunciou uma tarifa adicional de 10% para qualquer país que se alinhe às chamadas “políticas antiamericanas” do BRICS. A declaração foi feita por meio da rede social Truth Social, sem detalhar quais países seriam afetados nem o que entende por “políticas antiamericanas”.

 

Essa postura vem gerando reações de tensão no cenário internacional. Países do BRICS, como Rússia, negaram que o bloco tenha políticas antiamericanas e afirmaram que a cooperação do grupo não é dirigida contra terceiros países.  Analistas apontam que a ameaça de Trump pode fortalecer o BRICS como alternativa ao modelo neoliberal liderado pelos EUA, além de evidenciar o caráter errático e de pressão da política comercial americana atual.

 

Ademais, a imprevisibilidade da política comercial dos Estados Unidos compromete a capacidade de planejamento e investimento de empresas brasileiras. A escalada protecionista de Trump amplia os riscos de retração nos mercados globais e reforça a urgência de diversificação comercial e agregação de valor à produção nacional. No entanto, tal mudança,em diversos setores, pode demorar a ocorrer, em especial em relação a produtos dos mercados rurais mais afetos a sazonalidades.

 

Segundo dados do Comex Stat, os Estados Unidos mantêm superávit comercial com o Brasil há 17 anos consecutivos, com uma vantagem atual de aproximadamente US$ 1,6 bilhão. Ou seja, o Brasil compra mais dos EUA do que vende — o oposto do que a retórica da Casa Branca afirma. Como destacou o vice-presidente Geraldo Alckmin, oito dos dez produtos mais exportados pelos EUA ao Brasil possuem alíquota zero, o que torna a medida americana “injusta e prejudicial à própria economia dos Estados Unidos”.

 

Este contexto evidencia como Trump exerce um poder de coerção direta sobre outros atores internacionais ao impor taxas tarifárias para concretizar suas ambições na esfera internacional, principalmente sem considerar a dimensão ambiental correlacionada a esses aumentos de tarifas comerciais.

 

Tendências emergentes: oportunidades e desafios para o Brasil

 

Apesar dos desafios estruturais na trajetória do desenvolvimento brasileiro e os obstáculos estabelecidos pelo tarifaço, também emergem oportunidades que o país pode e deve explorar de forma estratégica. A China, diretamente afetada pela nova política tarifária dos Estados Unidos, tende a intensificar sua relação comercial com o Brasil. 

 

Conforme indica infográfico da Folha de São Paulo, as tarifas impostas entre EUA e China redirecionaram 16,5% a mais da soja brasileira para o mercado chinês em março, com aumento de 7% no valor comercializado no mesmo período do ano anterior — um exemplo claro de aproveitamento do espaço deixado pelos EUA nesse mercado. 

 

Além disso, países como Canadá e México, também alvos das tarifas, surgem como potenciais parceiros comerciais. No plano regional, a atuação estratégica no âmbito do Mercosul e o avanço nas negociações de acordos com a União Europeia podem favorecer a diversificação dos mercados e reduzir a dependência de um número restrito de compradores.

 

Ainda sob uma perspectiva otimista, é importante considerar o impacto das novas tarifas sobre setores intensivos em carbono, como a cadeia da construção civil e imobiliária. Com a imposição de taxas sobre produtos como o aço, os fluxos tradicionais do mercado global estão sendo revistos, alterando as dinâmicas de exportação. Nesse cenário, abre-se espaço para a inovação em segmentos até então periféricos, que podem ganhar centralidade em um novo modelo de desenvolvimento — mais equilibrado e ambientalmente responsável.

 

Vale destacar que esta não é a primeira vez que o Brasil se vê diante de um conflito tarifário entre EUA e China. Durante o primeiro mandato de Donald Trump (2017–2021), uma guerra tarifária foi instaurada contra a China. Nesse contexto, o Brasil ampliou significativamente sua exportação de soja para os chineses, que responderam por 26,8% das exportações brasileiras em 2018. No mesmo ano, o país registrou um superávit comercial de US$ 58,7 bilhões, o segundo maior já apurado na história da balança comercial, impulsionado pelas vendas de commodities como soja e minério de ferro.

 

Segundo Fernando Távora, consultor do Senado, há potencial de expansão no setor agrícola brasileiro justamente pela agressividade das políticas comerciais adotadas por Trump, que têm gerado tensões e rupturas com antigos aliados dos EUA. Isso cria uma janela de oportunidade para o Brasil negociar novos acordos com outras potências, mesmo sem recorrer à retaliação direta.

 

Num panorama político, é importante enfatizar que os Estados Unidos se beneficiam mais em negociações bilaterais do que multilaterais. Diante do modus operandi brutal de Trump, o Brasil pode reagir através do fortalecimento de coalizões intergovernamentais sobre temas relacionados ao tarifaço, como é o caso de produtos agropecuários e florestais. Isso culminará numa maior participação de Estados nas negociações, tornando-as de cunho multilateral e, consequentemente, amortecendo o punho de ferro do presidente estadunidense.

 

Entretanto, nesse cenário de reconfiguração do comércio internacional, consolida-se no Brasil um modelo primário-exportador, centrado em commodities como soja, milho e carne, que lideram a pauta do agronegócio. Atualmente, o setor agrícola representa cerca de 25% do PIB e emprega aproximadamente 27% da população, com destaque para estados como Mato Grosso. Em 2023, tais produtos corresponderam a 90% das exportações agrícolas brasileiras, reforçando a dependência em relação a recursos primários.

 

No entanto, nesse cenário o Brasil se depara com o risco de consolidar um novo ciclo agroexportador baseado na reprimarização econômica. Isso significa crescer com base na produção de matérias-primas de baixo valor agregado, em vez de investir em industrialização diversificada e inovação tecnológica.

 

Pelo contrário, a dependência tecnológica e comercial do país pode permanecer, também em relação à China, perpetuando a inserção subordinada do Brasil nas cadeias globais de valor. Ao mesmo tempo, a indústria nacional enfraquece, marcada por baixa agregação de valor, escassez de inovação e alta vulnerabilidade a choques externos, como tarifas arbitrárias e crises geopolíticas.

 

Esse modelo tende a ampliar desigualdades regionais, enfraquecer a soberania alimentar e tornar o país refém de vulnerabilidades externas — como choques tarifários, instabilidade geopolítica e mudanças climáticas. A UNCTAD alerta para os impactos das guerras tarifárias em países exportadores de commodities, especialmente em setores pouco regulados ambientalmente.

 

A dimensão ambiental da guerra tarifária

 

A intensificação produtiva também impõe riscos ambientais. Essa tendência de reprimarização econômica intensifica a expansão das fronteiras agrícolas sobre biomas como o Cerrado e a Amazônia, com impactos ambientais severos — como perda de biodiversidade e aumento das emissões de carbono. Persiste a tendência de agravamento das emissões de gases do efeito estufa, contrariando os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris.

 

Estudos da Embrapa Territorial e do MapBiomas mostram que as novas fronteiras agrícolas brasileiras avançam, em larga medida, sobre áreas de vegetação nativa, especialmente no Cerrado e na Amazônia.

 

Em 2024, o desmatamento no Cerrado atingiu 652.197 hectares, representando 52,5% de toda a perda de vegetação nativa no país, mesmo após uma redução de 41% em relação ao ano anterior — o que evidencia a centralidade desse bioma no avanço agropecuário nacional.

 

O redirecionamento de recursos para contenção de impactos econômicos internos, em detrimento de investimentos ambientais, fragiliza a governança climática. Países rompem com o multilateralismo ambiental e adotam medidas protecionistas. Como consequência, a política tarifária de Trump pode comprometer a cooperação internacional e impactar negativamente as negociações da COP 30, prevista para novembro no Brasil.

 

Por qual caminho o Brasil deve trilhar?

  

A decisão de Trump de aplicar uma tarifa extra de 10% a todos os países que se alinhem às “políticas antiamericanas” do BRICS lança um alerta adicional sobre os desafios geopolíticos enfrentados pelo Brasil. Feita sem critérios claros ou canais diplomáticos formais, a ameaça compromete diretamente a soberania do país nas suas decisões de política externa e reitera o uso do comércio como mecanismo de punição e isolamento.

 

Nesse cenário, a participação do Brasil em fóruns multilaterais como o BRICS ou a COP 30 torna-se ainda mais sensível, exigindo um equilíbrio delicado entre a defesa da cooperação Sul-Sul e a manutenção de canais econômicos estratégicos com os EUA e seus aliados.

 

Enquanto país com ampla base agroindustrial e produtiva, o Brasil precisa utilizar os instrumentos da democracia para garantir que seus diversos setores econômicos sejam contemplados em acordos comerciais sustentáveis e equilibrados. A instabilidade de um de seus principais parceiros comerciais torna urgente a necessidade de preservar relações vantajosas, mas também de agir com agilidade e eficiência diante de uma disputa global por novos mercados e alianças.

 

Entretanto, o crescimento das exportações brasileiras, se conduzido de forma desregulada, tende a ampliar a pressão sobre os biomas nacionais, intensificando o desmatamento e aprofundando a dependência de um modelo extrativista de baixo valor agregado. Por isso, é fundamental que o país se posicione como uma potência democrática e influente no Sul Global, especialmente no âmbito dos BRICS, priorizando as questões ambientais e climáticas nas negociações internacionais. Este momento de revisão das relações comerciais é também uma janela crítica para consolidar políticas de desenvolvimento sustentável.

 

Assim, o atual cenário de tensões geoeconômicas representa uma encruzilhada estratégica: o Brasil pode repetir o ciclo histórico de reprimarização e expansão predatória de suas fronteiras agrícolas, ou pode transformar a crise em uma oportunidade para construir um projeto nacional orientado pela soberania, pela inclusão social, pela diversificação produtiva e pela transição ecológica. A escolha por qual caminho trilhar depende não apenas da conjuntura internacional, mas da coragem do Brasil em redefinir seu papel no mundo. 

 

Referências

 

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