Agricultura dos EUA sofre com tarifaço de Trump a outros países; Brasil tem perdas mas também oportunidades

Ano VI, nº 106, 24 de julho de 2025  

 

Por Aline Conceição Abrantes da Silva, Beatriz Dantas, Giovana Amorim Plácido, Henrique Cochi Bezerra, Júlio César Bacarini, Joshua Alves de Oliveira, Vitória Matumoto, Vitória Maria Breda Veronezi e Olympio Barbanti

(Imagem: Governo Federal, 2023)

  

Órgãos representativos da agricultura dos Estados Unidos já calculam o tamanho do prejuízo e a perda de mercados em função das tarifas impostas pela administração do presidente Donald Trump, que vêm modificando drasticamente o comércio agrícola internacional e provocando impactos significativos para vários países. Inseridas no contexto de uma guerra comercial mais ampla contra a China e outras nações, essas medidas desestabilizaram o comércio de grãos nos EUA, retardaram a compra de máquinas agrícolas e restringiram a importação de insumos químicos, dentre outros impactos negativos.

 

Contudo, tais políticas também geram oportunidades estratégicas para alguns países, em especial o Brasil. Desde o início das taxações americanas à China em 2018, o Brasil vem se beneficiando da substituição das importações chinesas antes originadas dos EUA. Em 2023, a participação do Brasil nas importações chinesas de soja atingiu 70%, enquanto a dos EUA recuou para 24%.

 

Esse cenário remete diretamente à primeira guerra comercial entre EUA e China (2018-2020), período no qual os agricultores norte-americanos enfrentaram barreiras similares, perdas de mercados estratégicos e dependência de programas emergenciais para evitar colapsos produtivos. Os efeitos estruturais daquela fase ainda repercutem nas relações comerciais atuais, especialmente na perda de participação dos EUA em mercados-chave como o chinês.

 

 

 

Essas políticas tarifárias provocaram resultados econômicos distintos: o setor agrícola americano experimentou perdas financeiras, instabilidade logística e um ambiente de negócios adverso, enquanto o Brasil aproveitou as brechas abertas para expandir exportações e fortalecer seu papel como fornecedor estratégico global de commodities agrícolas. A seguir, destacam-se os principais efeitos para ambos os países.

 

Efeitos para o Comércio Agrícola dos EUA

 

Queda nos lucros do agronegócio: Empresas como Archer-Daniels-Midland Co. e Bunge Global SA registraram queda combinada de US$ 750 milhões em lucros operacionais no primeiro trimestre de 2025 (FREITAS JR, 2025).

 

Fluxo de grãos interrompido: Incertezas comerciais levaram compradores a manter estoques mínimos (“just-in-time”), gerando instabilidade nos mercados (FREITAS JR, 2025).

 

Redução nas vendas de máquinas agrícolas: Fabricantes como CNH Industrial e AGCO Corp. reportaram queda nas vendas e sinalizaram possível retração na demanda agrícola (FIGUEIREDO, 2025a).

 

Aumento nos custos de pesticidas: Os preços desses insumos podem subir até 7,5%, devido à dependência dos EUA de países atingidos pelas tarifas, como China e Índia (FREITAS JR, 2025).

 

Um aspecto frequentemente negligenciado é o caráter regressivo dessas tarifas. Ao incidir sobre produtos importados, os custos são repassados aos consumidores norte-americanos na forma de preços mais elevados.

Segundo análise da Forbes (MILLSAP, 2025), isso implicou numa transferência indireta de renda dos consumidores e importadores para os agricultores, via arrecadação tarifária e compensações setoriais, evidenciando impactos econômicos além do setor agrícola, afetando o poder de compra da população.

 

No entanto, a American Farm Bureau Federation (FB, 2025) aplaudiu, em junho de 2025, a aprovação da Legislação denominada One Big Beautiful Bill Act (lei H.R. 1) que funciona como uma espécie de “mini-farm bill” dentro de uma grande lei de reconciliação fiscal. No setor agrícola, essa legislação reforça o sistema de apoio à renda dos produtores; moderniza as regras de pagamento e elegibilidade; protege fazendas familiares com isenções permanentes de imposto sobre herança; amplia os incentivos fiscais para equipar e expandir operações rurais; reforça a assistência em desastres e saúde animal e apoia o crescimento de agricultura orgânica e especializada.

 

De outro lado, a FB reconhece que as tarifas impostas pelo governo Trump a diversos países “podem ser um golpe duplo para os agricultores” (FB, 2025a). Para a entidade, os agricultores além de pagarem mais pelos insumos, também podem sofrer internamente com as tarifas retaliatórias a outros países, posto que mais de 20% dos produtos agrícolas dos EUA são exportados, e podem ser alvo de contra-retaliações. Dentre os principais países alvos de tarifas, México, Canadá e China, também são os três principais mercados para exportações agrícolas, com US$ 30,3 bilhões, US$ 28,3 bilhões e US$ 24,7 bilhões, respectivamente, em 2024 (FB, 2025a). O Farm Bureau ainda não publicou análise sobre a tarifa de 50% imposta a produtos brasileiros, mas sugere que países afetados ou vão retalçiar ou procurar outros fornecedores de produtos agrícolas hoje comprados dos EUA.

 

Efeitos para o Comércio Agrícola do Brasil

 

Redirecionamento das exportações chinesas: Como maior importadora mundial de commodities, a China reduziu a participação dos EUA nos mercados de soja e carne suína. Segundo o USDA, a China cancelou compras de 12 mil toneladas de carne suína americana na semana encerrada em 17 de abril e importou apenas 1,8 mil toneladas de soja na semana seguinte, contra 72,8 mil toneladas na semana anterior (REUTERS, 2025). Isso abre espaço para maior importação de alimentos da América Latina, especialmente do Brasil.

 

Crescimento das exportações brasileiras: Dados do Valor Data (FIGUEIREDO, 2025b) indicam que 17 de 20 empresas agropecuárias divulgaram aumento na receita líquida no primeiro trimestre de 2025. Destacam-se os frigoríficos, liderados pela Minerva SA, com crescimento de 55,8% em relação ao mesmo período de 2024.

 

Ganho de competitividade: A instabilidade americana permitiu ao Brasil ampliar sua presença global, sobretudo na proteína animal e grãos (SAVAGE, 2025).

 

Antecipação das importações: Nos primeiros quatro meses de 2025, o Brasil ampliou exportações de carne bovina, café e suco de laranja para os EUA, em parte pela antecipação de importações (COMEXSTAT, 2025).

 

Efeitos regionais: Mato Grosso, maior exportador agropecuário do Brasil, tem baixa exportação aos EUA (US$ 136 milhões de um total de US$ 14,4 bilhões no semestre) (ZAFALON, 2025). Já São Paulo, dependente do mercado americano em alguns setores, enfrenta dificuldades para produtores e processadores (ZAFALON, 2025).

 

Análise de alternativas

 

Fonte: Comex Stat, Ministério do Desenvolvimento, 2025.

 

Diante do reposicionamento do comércio agrícola global, o Brasil possui uma oportunidade estratégica para consolidar e expandir seu papel como fornecedor global de commodities. Para garantir crescimento estrutural — e não apenas conjuntural — é necessária a avaliação de alternativas de política.

 

Alternativa 1: Intensificar Parceria Comercial com a China

 

De janeiro a abril de 2025, o Brasil exportou US$ 28,5 bilhões em mercadorias para a China. No mesmo período do ano passado, o montante havia sido de US$ 32,3 bilhões, uma queda de 12,2% (BALAGO, 2025a). Embora a perspectiva de curto prazo seja de queda, o Brasil permanece como o principal fornecedor agrícola da China, e tem abertura para conquistar uma nova parcela do mercado chinês – aproveitando o espaço aberto pela retirada parcial dos Estados Unidos.

 

Entre as vantagens dessa alternativa, destaca-se o acesso a um mercado em crescimento contínuo e com alto volume de compras, o que representa uma oportunidade concreta de ampliar as exportações brasileiras. Dessa forma, o país pode consolidar sua liderança em diversas cadeias globais de valor agrícola, se aproveitando também do potencial de estabilidade nos contratos de longo prazo, que tendem a ser valorizados no comércio com a China, trazendo previsibilidade para o setor exportador. 

 

De outro lado, essa alternativa apresenta riscos importantes. A principal preocupação é a possibilidade de uma dependência excessiva da China enquanto parceiro comercial prioritário, o que pode comprometer a autonomia estratégica brasileira. Ademais, a relação bilateral estaria sujeita à vulnerabilidade decorrente das tensões geopolíticas da China com países ocidentais, o que pode gerar instabilidade nas negociações. Por fim, o Brasil poderia sofrer pressões para se alinhar politicamente e diplomaticamente aos interesses chineses, o que limitaria sua margem de atuação internacional.

 

Alternativa 2: Mobilizar Pressão Interna nos EUA por meio da influência das tarifas no abastecimento e na inflação americana

 

A conjuntura atual permite ao Brasil adotar uma estratégia geopolítica assertiva, utilizando o peso de seus produtos agrícolas como ferramenta de influência indireta sobre a política tarifária dos EUA. Considerando a dependência norte-americana de importações brasileiras em setores como carne bovina, café e suco de laranja, o Brasil pode explorar diplomaticamente o risco de escassez desses itens, gerando efeitos econômicos internos nos Estados Unidos — especialmente sobre inflação e abastecimento alimentar.

 

Algumas análises recentes corroboram essa alternativa. Dentre elas, a imposição de 50 % de tarifa sobre carne bovina, café e suco de laranja, que pode provocar um aumento significativo nos preços dos consumidores norte-americanos. O Brasil é responsável por cerca de 30 % das importações de café e 60 % das de suco de laranja dos EUA, e que os preços desses itens deverão subir significativamente com a medida (PESSOA; SAVARESE, 2025).

 

Somado a isso, o preço da carne moída nos EUA, que já atinge níveis recordes (US$ 6,12/lb em junho de 2025, alta de 12 % ano a ano), deve aumentar ainda mais, acompanhando a elevação das tarifas, o que prejudica ainda mais o consumidor e gera apelo político para reversão dessas medidas (TYKO, 2025).

 

Com consumidores pagando mais, empresas de alimentos enfrentando gargalos e produtores rurais pressionados pela inflação, a coalizão política de Trump no setor agroindustrial pode se voltar contra a manutenção das tarifas. Isso fortalece o Brasil como interlocutor indireto nas decisões comerciais americanas.

 

No entanto, essa alternativa exige grande capacidade de articulação diplomática e coordenação estratégica com o setor privado brasileiro, para que a sinalização de contenção de exportações não se traduza em perda real de mercados ou danos reputacionais. É uma estratégia de risco calculado, mas que pode gerar efeitos de curto prazo sobre o comportamento da administração norte-americana, forçando uma reavaliação tarifária em benefício do Brasil.

 

Alternativa 3: Estratégia Moderada de Diversificação de Mercados

 

Diante das incertezas no comércio internacional e da reconfiguração das cadeias agrícolas globais, uma abordagem prudente seria não concentrar os esforços exclusivamente na China (STOTT, 2025), mas sim atuar de forma equilibrada no mercado, enquanto se posiciona para disputar espaços comerciais tradicionalmente ocupados pelos norte-americanos em terceiros países.

 

Além da ampliação da presença em mercados alternativos, a estratégia moderada de diversificação também se beneficia da pressão gerada sobre os Estados Unidos, conforme explorado na Alternativa 2. Ao combinar o fortalecimento de sua posição global com as atuais pressões inflacionárias americanas, o Brasil ganha margem de manobra nas negociações comerciais, sem necessariamente romper com nenhum bloco. Assim, essa alternativa permite ao país explorar oportunidades em mercados tradicionalmente abastecidos pelos EUA, ao mesmo tempo em que utiliza de forma sutil e eficaz sua relevância no abastecimento global como instrumento de influência geopolítica.

 

Essa estratégia permite ao Brasil maximizar ganhos simultâneos, adaptando-se às flutuações da demanda global. O momento é oportuno: com o setor agrícola dos EUA enfrentando aumento de custos, retração de investimentos e incertezas tarifárias, importadores de países da Ásia, Europa e Oriente Médio que antes dependiam dos EUA podem se tornar clientes potenciais do Brasil (‌GAIER,2025), tática que consolida o Brasil como player agrícola global, inclusive em mercados secundários.

 

Contudo, a abordagem moderada de diversificação de mercados também apresenta alguns riscos. A fim de garantir a manutenção dessa estratégia, as relações diplomáticas do país com múltiplos parceiros necessitam de uma articulação de equilíbrio mais difícil, paralelamente, essa estratégia apresenta uma dificuldade logística e regulatória para atender padrões distintos em mercados diversificados. É preciso considerar também que o Brasil estará sujeito às pressões políticas das nações desses grandes mercados, pautadas especialmente em questões de alinhamento ideológico/comercial e em práticas de preferência.

 

Recomendação de Política

 

Recomenda-se ao Brasil adotar a estratégia moderada de diversificação de mercados, combinando ações de curto prazo — como antecipação das importações dos EUA — com fortalecimento das exportações em mercados globais tradicionalmente abastecidos pelos americanos, enquanto mantém e consolida a liderança na China.

 

Para tal, deve-se:

 

Aproveitar a vulnerabilidade do setor agrícola americano para ampliar presença em mercados como México, Coreia do Sul, Japão e países árabes, buscando novos acordos comerciais (SLEVIN, 2025).

 

Manter e expandir o protagonismo no mercado chinês por meio da cooperação em inovação agrícola, integração logística e financiamento bilateral, fortalecendo investimentos técnicos e infraestruturais (PARAGUASSU & BAPTISTA, 2025).

 

Articular pressão no governo americano para suspensão no aumento das tarifas, com o argumento do aumento da inflação nos alimentos, especialmente na “cesta de café da manhã” (PESSOA; SAVARESE, 2025).

 

A análise aqui feita evidencia que o país deve evitar a concentração em um único parceiro, optando por uma abordagem diversificada e cautelosa. Ao ampliar sua presença nos  mercados globais antes dominados pelos EUA, o Brasil reduz riscos associados à dependência comercial.

 

Paralelamente, ao manter a liderança nas exportações para a China, garante estabilidade e volume. Essa estratégia equilibrada oferece base sólida para o crescimento sustentável do agronegócio brasileiro e fortalece sua resiliência diante de incertezas geopolíticas futuras.

 

Referências:

 

BALAGO, Rafael. Brasil reduz exportações para a China e aumenta para os EUA no começo de 2025. Exame, 2025a. Disponível em: https://exame.com/mundo/brasil-reduz-exportacoes-para-a-china-e-aumenta-para-os-eua-no-comeco-de-2025/. Acesso em: 21 jul. 2025.

 

BALAGO, Rafael; REZENDE, C. H. S. Brasil vende mais carne e menos aço aos EUA em abril e bate recorde de exportações. Exame, 2025b. Disponível em: https://exame.com/mundo/brasil-vende-mais-carne-e-menos-aco-aos-eua-em-abril-e-bate-recorde-de-exportacoes/. Acesso em: 21 jul. 2025.

 

BAPTISTA, Eduardo; PARAGUASSU, Lisandra. Brazil seeks China trade boost amid Trump tariff chaos, Lula meets Xi. Reuters, 12 maio 2025. Disponível em: https://www.reuters.com/world/brazil-seeks-china-trade-boost-amid-trump-tariff-chaos-lula-meets-xi-2025-05-12/. Acesso em: 21 jul. 2025.

 

BROOKS, H. Brazil’s Strategic Pivot: How Trade Diversification and Geopolitical Shifts Are Fueling Resilience and Investment Opportunities. AInvest, 2025. Disponível em: https://www.ainvest.com/news/brazil-strategic-pivot-trade-diversification-geopolitical-shifts-fueling-resilience-investment-opportunities-2507/. Acesso em: 21 jul. 2025.

 

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