Exclusão e criação de um inimigo: violação de direitos fundamentais dos imigrantes pela administração Trump
Ano VI, nº 108, 20 de agosto de 2025
Por Lucas Santiago Portari, Mariana Silveira Gomes, Pamela de Lima, Rúbia Costa Machado. *Agradecemos, também, a professora Nathália Henrich pelo apoio na orientação do texto.
(Imagem: Joshua Lott/The Washington Post)
No segundo mandato de Donald Trump, a política migratória não apenas entra em evidência, como se consolida como um projeto de exclusão sistemática, transformando-se em instrumento da violência do Estado americano e da violação deliberada dos direitos humanos. Da reabertura de Alcatraz às deportações em massa, a estratégia de governo se entrelaça a aparatos lucrativos de encarceramento e desumanização.
INTRODUÇÃO
Na atual gestão de Donald Trump, a política migratória dos Estados Unidos se tornou um eixo central de sua arquitetura política. Durante esse período, houve endurecimento nas leis, maior militarização das fronteiras e a implementação de práticas que desafiam deliberadamente os direitos humanos. O fortalecimento do Immigration and Customs Enforcement (ICE) e medidas como o “One Big Beautiful Bill Act” mostram uma estratégia de governança na qual os imigrantes são tratados e personificados como inimigos, com as detenções em massas, encarceramentos sem o devido processo legal e deportações em larga escala.
Com a reabertura da controversa prisão Alcatraz Alligator, símbolo da “lei e ordem” das políticas trumpistas, concomitante ao envio de detentos para países como El Salvador, é possível observar impactos para além do território estadunidense. Essas ações de Trump interferem no cenário internacional ao expor um mercado bilionário de encarceramento, onde empresas lucram com a ruptura dos direitos dos imigrantes e o aparelho de Estado norte-americano continua a caminhar para um viés cada vez mais isolacionista.
IMIGRANTES COMO INIMIGOS: ESTRUTURA E LEGITIMAÇÃO DO ESTADO
Durante os primeiros seis meses do segundo mandato de Donald Trump, o presidente transformou o uso de leis, orçamentos e instituições como parte de uma estratégia organizada voltada à violência contra os imigrantes. O governo trumpista vem utilizando a violência não apenas como instrumento de controle, mas também como mecanismo de intimidação e terror, muitas vezes recorrendo a práticas que extrapolam os limites da legalidade.
Assim como relatado por Álvaro de Castro Lima, brasileiro residente em Boston, o governo tem utilizado agentes mascarados e sem identificação para deter pessoas nas ruas. Em muitos casos, nem mesmo as autoridades locais têm conhecimento sobre o paradeiro dos detidos, o que exemplifica uma das práticas ilegais do governo quando se trata da questão migratória.
Um exemplo recente ocorreu com um adolescente brasileiro de 18 anos em Massachusetts, Marcelo Gomes, detido por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE) enquanto se dirigia a um treino de vôlei na escola. Desde então, familiares e autoridades locais não sabem onde ele está. Segundo relatos de sua namorada, Marcelo esteve detido com tornozelos e pulsos algemados e ficou em uma cela com homens de 30 anos. O episódio gerou forte comoção na comunidade, levando a governadora do estado a cobrar explicações do ICE. Segundo ela, essa não foi a primeira vez que as autoridades locais deixaram de ser informadas sobre operações realizadas pelo órgão.
Um possível resultado desse cenário pode ser observado pelo crescente índice de impopularidade do programa de deportação de imigrantes ilegais entre os norte-americanos. De acordo com dados da CBS News, 51% da população desaprova as medidas do governo nessa área, um salto de dez pontos percentuais em relação a fevereiro. O fato de que, em apenas cinco meses após a primeira medição, já exista um aumento de dez por cento na desaprovação evidencia um desgaste político precoce. Esse quadro de crescente impopularidade das políticas migratórias pode estar relacionado à grande onda de protestos contra a deportação de imigrantes e contra o uso intensivo do ICE (Immigration and Customs Enforcement), órgão federal responsável por fiscalizar imigrações e alfândegas, que vem sendo usado como o principal braço executor de um plano político do governo, o qual utiliza aparatos como a violência para criar a imagem do imigrante como um inimigo a ser controlado pelo Estado.
Essa prática pode ser exemplificada pelo chamado “espetáculo de intimidação”, documentado pela revista The New Yorker, que descreve como centenas de agentes do ICE, mascarados e armados, se distribuem pelos corredores de tribunais de migração, esperando deter imigrantes que acabaram de sair de suas audiências, muitas vezes antes mesmo de que tenham tido a oportunidade de exercer seus direitos ao devido processo legal. Os episódios foram registrados pelo fotógrafo Mark Peterson, que afirmou acreditar que o governo deseja que imagens de oficiais mascarados, armados e com coletes à prova de balas prendendo pessoas sejam divulgadas.
Essa realidade não se trata de um evento isolado, mas pode ser interpretada como uma ramificação do plano do governo, ao evidenciar, como mostram as fotografias de Peterson, que o imigrante é construído como um inimigo gerenciável pelo Estado e está sendo combatido. Isso fica evidente ao observar os dados coletados pelo jornal The Guardian, os quais apontam que, em junho deste ano, a média de prisões diárias realizadas pelo ICE aumentou 268% em comparação ao período homólogo. Além disso, apesar das alegações de Trump, a maioria das pessoas presas pelo ICE não possuem condenações criminais prévias.
BIG BEAUTIFUL BILL E A CONSOLIDAÇÃO DAS POLÍTICAS TRUCULENTAS ANTI-IMIGRATÓRIA
A política anti-imigratória do governo trumpista atingiu um novo patamar com a aprovação do “One Big Beautiful Bill Act” (OBBBA), em 4 de julho de 2025. O projeto prevê mudanças no sistema de imigração, aumentando o financiamento para a segurança nas fronteiras e para a fiscalização interna, na prática, se traduz em mais detenções de imigrantes e na intensificação do processo de deportação dos mesmos, além de estabelecer taxas para aqueles que buscam proteção humanitária, impondo impostos e aumentando a restrição de benefícios federais como os “food stamps”.
O Big Beautiful Bill prioriza o repasse de verbas para políticas anti-imigratórias enquanto reduz investimentos em diversos programas nacionais, tendência já observada desde 2017, no primeiro mandato de Donald Trump. Paralelamente, ampliou-se o teto de gastos militares, incluindo operações de fronteira e fiscalização interna. Nesse contexto, o orçamento do ICE foi quadruplicado, e o governo impôs metas de 1.200 a 1.500 prisões por dia, prevendo sanções para agentes que não atinjam os números estabelecidos.
À vista disso, o OBBBA atua como a formalização legislativa dessa política de terror, integrando práticas antes denunciadas como abusivas ao arcabouço normativo do Estado. Ao priorizar recursos para operações de fronteira, ampliar de forma drástica o orçamento do ICE e estabelecer metas diárias de prisões, a medida transforma a violência institucionalizada em rotina operacional. Dessa forma, a aprovação do OBBBA aprofunda a lógica de construção do imigrante como inimigo interno e, também, como algo gerível pelo Estado, legitimando detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados e restrições a direitos fundamentais, como o devido processo legal. Nesse sentido, as políticas estabelecidas se tornaram um verdadeiro marco do terror promovido pelo Estado americano, transformando a violência contra imigrantes em um pilar robusto de seu governo, combinando financiamento, obstrução de garantias legais e desumanização sistêmica como parte do seu plano de ação.
A política anti-imigratória deixa de ser apenas um conjunto de ações emergenciais e passa a constituir-se como política de Estado, articulada em torno de uma estratégia de gerenciamento da vida que se relaciona com o financiamento, aparato coercitivo e desumanização sistemática. Ao cristalizar essas medidas no plano legal, o governo Trump sinaliza não só um endurecimento doméstico, mas também uma mudança de tom na política externa, em que a imigração é tratada como questão de segurança nacional e instrumento de barganha diplomática.
DE ALCATRAZ ÀS DEPORTAÇÕES: CASOS DE VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS
Em se tratando das políticas migratórias, parte do planejamento estratégico do governo Trump reside na atual reabertura de Alcatraz, apelidado atualmente de Alligator Alcatraz. Dando forma a mais um dos sinalizadores do caráter excludente que marca a atual sociedade estadunidense, a reabertura da famosa prisão de Alcatraz é um forte indicativo da postura anti-imigração de Trump no âmbito da política externa.
Funcionários como a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, e o Secretário do Interior, Doug Burgum, ao visitarem o local, demonstraram uma visão marcadamente punitivista da Justiça americana. Quando a procuradora diz que “essa instalação é maravilhosa. Há muito trabalho a ser feito, mas ninguém foi conhecido por escapar daqui vivo”, e que o intuito da instalação é apenas para “criminosos violentos e aliens ilegais”, é possível notar uma completa rejeição da noção dos presídios enquanto centros que deveriam ser de reabilitação e reinserção na sociedade civil.
Por outro lado, o espaço de Alcatraz, símbolo da “lei e ordem” de Trump, já enfrenta greve de fome dos detentos, motivado pelas péssimas condições em que se encontram. O cubano Pedro Lorenzo Concepción, de 44 anos, confirma que esteve em greve de fome contra o descaso do ICE e para silenciá-lo, foi movido para o centro de detenção em Krome sob custódia do ICE. Concepción afirma que foi isolado e levado para um local de castigo. O “Department of Homeland Security” (DHS) nega que exista uma greve de fome em Alligator e afirma se tratar de fake news. Contrário a essa narrativa, Thomas Kennedy, analista político do Florida Immigrant Coalition, fornece vídeos de caminhões e ambulâncias deixando Alcatraz. No ponto de vista do analista, tratou-se de uma retirada estratégica de um dos detentos — sofrendo de desnutrição — como forma de negar a existência de protestos por condições de insalubridade dentro da prisão. Além disso, advogados de imigração dizem que não conseguem “uma resposta clara sobre quem é responsável pelas pessoas mantidas sob custódia lá”, com os nomes dos detidos não aparecendo no banco de dados de localização online do ICE.
O ponto em questão mostra como as circunstâncias em que as prisões estão acontecendo também são irregulares. Fato concreto é o de que uma correta compreensão das recorrentes violações dos direitos humanos perpetradas em Alcatraz exige a diferenciação entre o que se entende por encarceramento e aprisionamento. Uma pessoa ser presa significa, juridicamente, o último ato de um processo penal, ocorrido sob as normas legais do Estado em questão — a expressão mais utilizada é a de “trânsito em julgado”. Nesse sentido, é o momento no qual a decisão do juiz, embasada por norma jurídica legalmente estabelecida e devido processo legal, toma sua decisão final.
Isso não é o que acontece quando as diversas entidades de Direitos Humanos denunciam o caráter de encarceramento desses espaços. Os centros de detenção ressurgem no cenário trumpista na medida em que constituem um “vazio” normativo, em termos do Direito Internacional. Diferentemente dos presos, os indivíduos encarcerados encontram-se num cenário desprotegido de qualquer tipo de jurisdição. Segundo o National Park Service (NPS), a distinção se dá enquanto o “encarceramento’ não inclui um julgamento de valor sobre a conduta de uma pessoa — refere-se a alguém confinado em algum lugar […] Encarcerar alguém não sugere que a pessoa tenha sido considerada culpada de um crime, como a prisão.”
Dessa forma, órgãos como o ICE aproveitam-se de tal brecha jurídica para aprofundar a perseguição contra os imigrantes do país, assinalando uma política de Estado marcadamente excludente e autoritária — e que denuncia a introjeção da pauta da extrema-direita na própria burocracia estadunidense.
VIÉS, TRATAMENTO, LUCRO
Concomitantemente, é preciso analisar as movimentações feitas fora do território norte-americano, e como essas articulam-se com os interesses de Donald Trump. Isso porque o discurso da extrema-direita encontra solo fértil também em outros países da América – mais especificamente em El Salvador. Seu presidente, Nayib Bukele, ganhou a atenção de Trump quando apresentou uma oferta para abrigar os ditos “criminosos perigosos” presentes nos EUA. Esses ‘criminosos’, por sua vez, constituem em sua maioria imigrantes em situação irregular que, por conta disso, são deportados.
Em termos cronológicos, a primeira leva de deportação ‘EUA – El Salvador’ foi efetuada em março de 2025, com deportados venezuelanos sendo conduzidos à mega prisão de El Salvador com mãos e pés algemados. Tal evento, por sua vez, foi publicado pelo próprio Bukele em suas redes sociais. As cenas, ao mostrarem soldados conduzindo imigrantes — civis — de forma tão truculenta, fazem parte do espetáculo que o presidente salvadorenho protagoniza desde 2019. Assim que alcançou a presidência naquele ano, sob o discurso de garantia da ordem e segurança pública, Bukele acumula medidas que vão desde manipulação de estatísticas criminais e ataques à jornalistas, até o bloqueio de comunicação entre os encarcerados e familiares.
De acordo com um relatório da Agência Pública, “os salvadorenhos encarcerados são amontoados em celas superlotadas, espancados regularmente pelos funcionários da prisão e não recebem medicamentos, mesmo quando estão disponíveis. Os presos são frequentemente submetidos a punições que incluem privação de alimentos e choques elétricos.” Via de regra, a realidade de El Salvador também constitui o uso sistêmico do aparelho de Estado para flagrantes práticas de regimes de exceção.
Não se pode esquecer, por fim, a maneira pela qual todas essas ações só são possíveis de serem executadas na medida em que existem interesses econômicos para tal. Em outras palavras, se é verdade que situações como a de Dina Hernández, uma das muitas ativistas dos Direitos Humanos detidas por autoridades penitenciárias que agem à parte da maneira pela qual a jurisdição de seus países exigem; também é verdade que existem interesses econômicos que apostam e dependem de ditos contextos para prosperarem –- sempre com o apoio dos EUA.
Isso porque as penitenciárias e centros de detenção de imigrantes sem documentos nos Estados Unidos são um negócio multimilionário, mantido com a participação de empresas privadas. Isso faz com que personalidades como George Zoley, fundador da GEO Group declarem que, dado o contexto atual: “O GEO Group foi criado para este momento único da história do nosso país e para as oportunidades que ele irá trazer”. A empresa teve uma receita total de US$ 2,4 bilhões (cerca de R$ 13,5 bilhões) em 2024 e espera dobrar os seus serviços, aumentando sua rentabilidade, durante o segundo mandato de Trump. Movimentações financeiras do tipo, em termos analíticos, ajudam a entender os motivos econômicos pelos quais Trump adentrou numa cruzada de deportações em massa. Não se trata ‘apenas’ da quebra constante de valores democráticos e violações de direitos humanos — trata-se também de novas formas de buscar rentabilidade a qualquer custo, inclusive humano.
AO BRASIL: CABE DIALOGAR OU OBEDECER?
Em se tratando das relações diplomáticas Brasil-EUA, não é de se surpreender o aspecto tenso entre seus líderes. Por um lado, pode-se dizer que o presidente Lula protagoniza a oposição a Trump no cenário internacional. Em entrevista concedida à NY Times, em julho de 2025, Lula chegou a afirmar que o comportamento de Trump “se desviou de todos os padrões de negociação e diplomacia.” Na ocasião, o presidente brasileiro se referia à imposição de taxas de 50% aos produtos brasileiros, por parte dos EUA, como uma forma de pressionar a justiça brasileira a libertar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mas as afrontas da investida trumpista não se limitam à pauta comercial.
Apesar disso, já no início de 2025 foi emblemático o tratamento que o governo dos EUA deu aos brasileiros em situação irregular. Na ocasião dos 88 brasileiros a bordo de um voo vindo dos EUA para Manaus, presenciaram-se casos de brasileiros algemados ao saírem do avião. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores divulgou que “o uso indiscriminado de algemas e correntes viola os termos de acordo com os EUA, que prevê o tratamento digno, respeitoso e humano dos repatriados.” O governo estadunidense, por sua vez, justifica a prática de algemar imigrantes como uma questão de segurança, enquanto a imobilização é necessária para a ‘garantia do bem-estar’ de suas tripulações.
Se é verdade que a postura diplomática brasileira foi historicamente pragmática — de não rompimento com aliados comerciais em prol de um cenário internacional multipolar; é preciso compreender que os EUA de Donald Trump não enxergam uma ascensão da autonomia brasileira com bons olhos. Pelo contrário, seja pela recente imposição tarifária ao governo brasileiro, seja pelo próprio fortalecimento do ICE e de uma política externa marcadamente isolacionista, Trump continua a tensionar todo e qualquer sujeito político — doméstico ou estrangeiro — que não seja a ele submisso. Dessa forma, se a ideia do governo brasileiro é a de fazer valer seus próprios interesses, e em diálogo com outras potências, é necessário compreender que, em se tratando de Trump, a relação bilateral se dá com um império. Não tendo o papel do Brasil no cenário global como circunscrito apenas a mais um dos coadjuvantes dos EUA, é de responsabilidade do governo e da diplomacia brasileira não medir esforços para diversificar seus parceiros comerciais e fortalecer formas mais autônomas de promoção de seu próprio desenvolvimento socioeconômico.
CONCLUSÃO
Dessa forma, as atuais políticas migratórias implementadas pela gestão de Donald Trump evidenciam a construção do imigrante como inimigo e, dessa maneira, se consolida como um pilar robusto de sua estratégia política. As medidas tomadas tratam-se de uma ofensiva que instrumentaliza o medo, a violência e a exclusão.
Sob este viés, o imigrante ganha uma nova função na sociedade: ele é usado como instrumento de promoção da “lei e ordem”. Usando-o como um mero objeto e expondo a barbárie, sua figura se torna alvo de um aparato que combina encarceramento arbitrário, intimidação e alianças internacionais, como ocorreu com El Salvador. Mais do que endurecimento nas leis, a crueldade se transforma em método de governo. A reabertura de prisões como Alcatraz, a imposição de metas para apreensões e os lucros bilionários de grupos privados de encarceramento mostram como a desumanização se converteu em propaganda política e em um modelo de negócios lucrativo.
Na perspectiva brasileira, as consequências vão além do aumento de tarifas comerciais, também ressoa no tratamento dos brasileiros como criminosos em procedimentos de deportação e na tentativa de submeter a política externa brasileira aos interesses desta gestão. Portanto, o Brasil deve reafirmar sua soberania na arena internacional e se posicionar em defesa à democracia e aos direitos humanos.
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