Tarifaço e guerras questionam o sentido de “COP 30 da verdade”

Ano VI, nº 111, 02 de outubro de 2025

   

Por Aline Conceição Abrantes da Silva, Beatriz Dantas, Giovana Plácido, Henrique Cochi Bezerra, Jéssica de Assis Araújo, Joshua Alves de Oliveira, Júlio César Bacarini, Maria Emília de J. Cardoso Lírio, Sofia Galvez Nogueira, Vitor Cristian Maciel Gomes, Vitória Maria Breda Veronezi, Vitória Matumoto, Yohana Campos da Rocha, Olympio Barbanti (Imagem: Ricardo Stuckert/ Agência Brasil)

 

Governo brasileiro mantém expectativas para a “COP 30 da verdade”, mas a verdade pode ser dura.

 

Em meio a um cenário internacional turbulento, o Brasil sediará a COP 30 em novembro de 2025 na cidade de Belém (PA). O evento constitui-se como o principal espaço de negociação para o financiamento climático entre as nações. Durante o Acordo de Paris foi estabelecido entre os países, que aqueles considerados desenvolvidos, teriam “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, porém com a manutenção das obrigações dos países industrializados de apoiar financeiramente as nações em desenvolvimento frente às questões ambientais (COP30, 2025). 

 

Entretanto, a arrecadação financeira ambiental se apresenta abaixo do esperado e o tarifaço, estabelecido pelo atual governo americano, tornou o cenário global ainda mais incerto, colocando em xeque a efetividade do financiamento ambiental e climático.

  

As tensões pré-conferência.

 

Durante a 5ª Cúpula de Presidentes dos Estados Partes do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva afirmou que muitas decisões são tomadas durante as conferências climáticas mas poucas são colocadas em prática, criticando a falta de compromissos efetivados pelos países participantes (Agência GOV, 2025). Lula reafirmou durante seu discurso na 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, que  “A COP 30 será a COP da verdade” (Agência Gov,2025), destacando que os países devem se comprometer com o financiamento climático global e com o enfrentamento ao aquecimento global, de modo que essa posição se apresenta como uma ferramenta para cobrar um posicionamento financeiro efetivo dos países. Nesse contexto, o Brasil – país sede da conferência climática de 2025 – tem por objetivo viabilizar, na COP 30, a meta de 1,3 trilhão de dólares por ano que foi firmada na COP-29 para o financiamento climático até 2035 (Agência Brasil, 2025). 

  

Entretanto, o cenário geopolítico atual configura-se como um desafio a esta meta. O contexto de pré COP 30 está inserido em tensões internacionais que pressionam a reunião com destaque para a Guerra da Ucrânia e a atual situação na Faixa de Gaza. Além disso, a não participação dos EUA na COP e a atual reconfiguração de acordos internacionais de Trump colocam em xeque os planos brasileiros de tornar a COP 30 uma reunião de conclusões e implementações. Apesar de ser promovida como a “COP da verdade”,  é válido questionar sobre a capacidade brasileira de atingir os ambiciosos objetivos propostos para a  conferência. Sendo assim, caso os objetivos não se concretizem, como ficará a imagem externa do Brasil como líder e mediador climático? A reunião pode passar a ser vista como um sinônimo de fracasso e frustração para a diplomacia brasileira?

  

Posição Americana

  

Os Estados Unidos permanece como o maior emissor histórico de carbono, no que se refere às emissões per capita. Apesar disso, o presidente Donald Trump parece ignorar os dados e as responsabilidades diferenciadas assumidas pelo país no Acordo de Paris frente às mudanças climáticas. Em recente discurso na 80ª Assembléia Geral da ONU, Donald Trump, com um tom negacionista, declara que o país sairá do Acordo de Paris – a partir de 2026 – e confirma a ausência do país na COP-30. 

  

“É por isso que, nos Estados Unidos, me retirei do falso Acordo

Climático de Paris, onde, aliás, os Estados Unidos estavam pagando

muito mais do que todos os países. Outros não estavam pagando.…”

(UOL, 2025).  

  

O presidente americano também pontuou que 

“Costumava ser o resfriamento global (…). Então agora eles poderiam simplesmente chamar isso de mudança climática porque dessa forma eles não podem deixar de notar a mudança climática porque se ela aumentar ou diminuir, aconteça o que acontecer, é mudança climática. É a maior fraude já perpetrada no mundo, na minha opinião. Mudança climática, não importa o que aconteça, você está envolvido nisso (…)” (UOL, 2025). 

  

Essa postura é vista, por membros do governo brasileiro, de diferentes formas: de um lado, Marcello Brito – secretário executivo do Consórcio da Amazônia Legal e enviado especial da COP-30 para os governos subnacionais amazônicos – afirma que será uma COP de implementação de melhorias, mas de difícil captação de recursos pela ausência dos EUA e imposição de tarifas do governo Trump. Com a necessidade de parcerias com a China, e com destaque para o setor privado e o agronegócio. De outro lado, Marina Silva – ministra do Meio Ambiente – pontuou que a não participação dos EUA em outras COPs não interfere nas negociações, uma vez que quando participavam “era para atrapalhar e evitar que as coisas avançassem” (O GLOBO, 2025). 

  

Apesar de o governo de Donald Trump ser marcado pelo negacionismo climático e por um retrocesso em diversas pautas ambientais, o país ainda pode seguir com as metas climáticas estipuladas em conferências anteriores: um estudo da Universidade de Maryland, liderado pela pesquisadora Alicia Zhao do Center for Global Sustainability evidencia que outros atores como estados, cidades, empresas e instituições americanas podem, através de uma liderança mais ambiciosa, compensar a inação e os retrocessos do governo federal estadunidense (INFOAMAZONIA, 2025). 

  

Sob tal ótica, no dia 23/09/2025 foi assinado um acordo verde de cooperação climática firmado bilateralmente entre Brasil e o Governo da Califórnia que visa fortalecer o enfrentamento à mudança do clima e a proteção ambiental (MMA, 2025). Este acordo se constitui como um grande passo para compensar o retrocesso promovido por Trump e demonstra que outros atores americanos podem contribuir para o avanço das metas climáticas dos Estados Unidos. Nesse sentido, a participação efetiva de outros atores como apontado por Zhao, haja vista o exemplo do Estado da Califórnia, permitiria mitigar os efeitos do negacionismo de Trump e reimaginar o resultado da COP 30 a partir de um viés otimista, como o destacado na fala de Marina Silva.

  

Entretanto, conforme exposto por Marcello Brito, as expectativas para a COP 30 devem ser pensadas com cautela, pois não são impactadas apenas pela não participação dos EUA, mas também afetadas por outros fatores que estão diretamente interligados e influenciam a capacidade de financiamento dos países. O tarifaço gerou uma expectativa de redução da margem de ganhos financeiros nas trocas comerciais para os países ao elevar os custos de exportação para os Estados Unidos. Além disso, as guerras geraram um cenário de instabilidade, provocando impactos econômicos diretos, como no caso do aumento do custo de abastecimento energético na Europa após a invasão russa.

   

Frente a esse contexto, fica o questionamento de como a captação para o financiamento climático será impactada por estes diversos fatores. As nações estarão empenhadas em combater a mudança climática frente a crises econômicas internas?

  

O tarifaço e o atraso nas NDCS

  

Para o debate e captação de recursos ocorrerem durante a conferência da COP 30 é fundamental que os países definam previamente as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs). Estas constituem compromissos assumidos pelos países para reduzir emissões e fortalecer a adaptação climática, sendo instrumentos centrais para o cumprimento do Acordo de Paris (WRI BRASIL, 2024). O prazo oficial estipulado pela ONU, em 2025, para que os países apresentassem suas NDCs era 10 de Fevereiro.

    

Porém, de acordo com o Observatório do Clima, “apenas 13 dos 195 signatários do Acordo de Paris apresentaram até segunda-feira (10/2) seus objetivos para 2035” (2025) e faltando cem dias para a Conferência, apenas 25 países haviam entregue as NDCs (G1,2025), de modo que o atraso coletivo constitui-se como o maior desde a entrada em vigor do Acordo de Paris.

  

Com apenas dois meses faltando para a COP 30, no dia 16 de setembro apenas 34 países-membros da ONU (17%) apresentaram as NDCs (INFOAMAZONIA, 2025). Estes países, considerados em conjunto, não representam nem metade das emissões mundiais, enquanto que as nações que ainda não apresentaram suas novas metas climáticas à ONU respondem por aproximadamente 80% das emissões globais de gases de efeito estufa. Este bloco é constituído por: Índia, China, Rússia e União Europeia, os quais apresentaram somente uma carta de intenção até o dia 21/09, sem assumirem compromissos (G1, 2025). 

  

Com o decorrer dos meses, as tensões diplomáticas geradas pelo pacote tarifário aumentaram principalmente com o Brasil e a Índia, países que foram atingidos pela maior taxa em vigência: 50% para exportações brasileiras e indianas.

  

Diante disso, o presidente da COP 30, embaixador André Corrêa Lago, afirmou que  “as negociações evoluem muito de acordo com as circunstâncias internacionais, e não preciso dizer que vivemos circunstâncias internacionais particularmente complexas” ao referir-se sobre as tensões que culminam, inevitavelmente, em uma pressão à conferência climática em novembro (FOLHA, 2025). 

  

Nesse sentido, o atraso, por parte das nações, na definição de novas NDCs pode ter sido diretamente causado pela incerteza econômica gerada após as imposições tarifárias de Trump. Entretanto, mesmo com as tensões econômicas em voga, em seu discurso na 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na quinta-feira (24), Lula ressaltou os compromissos assumidos pelo Brasil, destacando a importância de os países definirem suas NDCs. Assim, o presidente defendeu urgência de ação coletiva diante da crise climática e convocou os países a assumirem suas responsabilidades antes da COP 30 (GOV, 2025). 

   

Com isso, em um cenário mundial marcado por incertezas econômicas, impulsionadas ainda mais pelo tarifaço e pela indefinição de compromissos, estariam os países deixando de priorizar a COP por razões econômicas, ou essa já seria uma tendência de descompromisso, sobretudo entre os países desenvolvidos? Resta saber se tal direção pode acarretar uma frustração ainda maior do que a ocorrida na COP 29. 

   

Posição Brasileira

   

Nesse contexto, as posições do governo brasileiro têm buscado uma manutenção de tais tendências, de modo a incentivar ainda mais a COP 30, bem como reforçar sua importância, e fazer frente às inconsistências político-econômicas atuais. Um dos arranjos, apresentado pelo Brasil durante a COP 28 em Dubai, foi o Fundo de Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, em inglês) que visa proporcionar aos países com florestas tropicais pagamentos previsíveis em larga escala, baseados em desempenho, a fim de ampliar a cobertura florestal e oferecer incentivos positivos que estejam alinhados ao planejamento fiscal nacional (MMA, 2025). 

   

Ademais, cabe destacar que o TFFF vai um pouco mais além em sua elaboração, já que sua constituição também inclui os povos indígenas e as comunidades locais, de modo que ele também se apresenta como uma oportunidade de ampliação do debate para além do entendimento do que o financiamento direto deveria ser (Ibidem, 2025). É notável que tal iniciativa, que tem previsão de ser entregue na COP 30, se consolida como uma ferramenta internacional de continuidade das responsabilidades “comuns porém diferenciadas”. Uma tentativa de garantia do financiamento efetivo às questões ambientais e climáticas e, por fim, a reafirmação da COP 30 como a “COP da verdade”. 

   

A posição brasileira busca consolidar o papel do país não só como líder da Conferência, mas o principal articulador das questões ambientais e climáticas mundiais. Nesse sentido, o Brasil tem a janela de oportunidade para assumir a liderança dessa agenda, utilizando de sua experiência e seus ativos naturais para ancorar compromissos globais mais ambiciosos. Ademais, a articulação do país também fez frente às grandes pressões estabelecidas pelo tarifaço de Donald Trump, tanto no cenário interno quanto no externo. Nacionalmente, a campanha “Brasil Soberano” – composta por um conjunto de medidas para mitigar os impactos econômicos das tarifas (Agência GOV, 2025) – representa uma alternativa encontrada para garantir a continuidade do desenvolvimento econômico do país. 

    

A insegurança também se reflete na economia e política de outros países. Marina Silva, atual ministra do Meio-Ambiente, ressalta que a situação faz com que as nações passem a destinar os recursos que poderiam ser alocados para o financiamento climático, proteção da biodiversidade e sustentabilidade são destinados para o investimento em mais segurança, economia e setores internos. 

   

Apesar de tais adversidades, o Brasil visa reafirmar sua liderança no cenário ambiental e fomentar os investimentos financeiros dos países para tal setor. 

    

O BRICS como possível solução

   

A posição de liderança do país também se refletiu no BRICS. Em 2025, o Brasil ocupou a presidência simultânea da organização e da COP 30. O país sediou no Rio de Janeiro durante os dias 6 e 7 de julho a 17ª Cúpula do BRICS. Como resultado da reunião, o bloco formado por 11 países emitiu a  Declaração Conjunta da 17ª Cúpula do BRICS em que se compromete na seção Combate à Mudança do Clima com o multilateralismo, implementações do Acordo de Paris e principalmente com a reunião da COP 30, destacando apoio para que a reunião seja bem-sucedida (MRE, 2025). Além disso, os países-membros debateram durante a reunião sobre o Fundo Floresta Tropical para Sempre (TFFF) o qual foi amplamente aceito como um “mecanismo inovador” capaz de mobilizar financiamento de longo prazo (BRICS, 2025).

   

Importante lembrar que o bloco possui um banco próprio que destina recursos para os países membros e outras economias emergentes. De fato, o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), presidido por Dilma Rousseff, destaca em seu site oficial a destinação de recursos e financiamento para combate à mudança climática. Fundado em 2014, o banco do BRICS tem promovido maior financiamento em áreas que promovem o desenvolvimento sustentável. Até 2026, o banco terá 40% do seu portfólio de investimentos em projetos sustentáveis (BRICS, 2025).

   

Mesmo com as tensões globais e a incerteza sobre a captação de recursos para o financiamento climático, o bloco multilateral aposta na perspectiva de oportunidade para a COP 30. De acordo com a embaixadora brasileira Liliam Chagas “O vácuo é a nossa oportunidade, pois os países do BRICS têm os recursos e a capacidade de redefinir o curso da transição climática global”. Sob tal ótica, caso os países desenvolvidos não se comprometam como o esperado durante a COP 30, haverá um vácuo de poder a ser preenchido pelos membros do BRICS que podem liderar a mudança climática através de soluções próprias e mobilizações financeiras internas. 

   

Conclusão

  

É visível que o tarifaço, somado à não participação dos Estados Unidos na COP 30, afetam a dinâmica da sustentabilidade e captação de recursos para o financiamento climático. No atual e turbulento tabuleiro geopolítico, uma das consequências práticas se reflete no atraso das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) e aponta que a pauta ambiental tem recebido menos destaque, ou ao menos enfrenta maiores dificuldades. Existe o debate de que as NDCs devam levar em consideração uma reinterpretação das responsabilidades comuns, mas diferenciadas.

 

Apesar disso, a posição brasileira visa re-centralizar a sustentabilidade como eixo estratégico das negociações internacionais, através, principalmente, da promoção da COP 30 como “a COP da verdade” e propondo resoluções alternativas para atingir a meta do financiamento climático, estabelecido na COP 28. Assim, a articulação dos países emergentes e projetos sustentáveis liderados por bancos como o NBD e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, apresentado pelo Brasil, configuram possivelmente novos caminhos, caso os países desenvolvidos se omitam da responsabilidade assumida no Acordo de Paris.

   

Entretanto, os obstáculos, principalmente representados pelas tensões geradas pelos EUA, se apresentam como cada vez maiores no cenário internacional, de modo que se torna válido o questionamento: O slogan de Lula para a Conferência pode se tornar um contraponto negativo, caso a quantia destinada pelas nações ao financiamento climático fique abaixo do esperado, como na COP 29, transformado a “COP da verdade” na “COP da dura verdade”: não há compromisso internacionalmente abrangente para fazer frente às mudanças climáticas. 

   

Dessa maneira, o xadrez sustentável encontra-se em xeque, mas a jogada final ainda permanece em aberto, com desfechos não previsíveis que podem tanto concretizar as falas entusiasmadas de Lula, ou dar outro sentido ao seu slogan: a verdade é que apenas alguns países têm compromissos firmes, outros têm compromissos relativizados em função de problemas econômicos e guerras, e atores centrais não vão garantir o apoio anteriormente assumido. A verdade da COOP 30 pode então ser que o mundo continua no caminho de um desastre ambiental de proporções catastróficas.

  

Referências 

   

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