Ano VI, nº 112, 16 de outubro de 2025
Por Maria Eduarda Pepe, Albert Zampieri e Geovanna da Silva Luciano (Imagem: Ricardo Stuckert/PR)
A 80ª Assembleia Geral da ONU evidenciou o esforço do Brasil em retomar o protagonismo diplomático e defender o multilateralismo diante da fragmentação latino-americana. Entre discursos divergentes sobre soberania, economia e meio ambiente, o país buscou equilibrar diálogo e autonomia em uma região ainda sem voz unificada.
A ONU e o espaço do multilateralismo
A Organização das Nações Unidas nasceu com o propósito de “reafirmar a igualdade de direitos (…) das nações grandes e pequenas, estabelecer condições sob as quais a justiça e o respeito pelas obrigações decorrentes dos tratados e de outras fontes do direito internacional possam ser mantidos e promover o progresso social e melhores padrões de vida em maior liberdade” (Nações Unidas, 2022). Após a primeira assembleia, realizada por meio dela, em 2025, a Assembleia Geral da ONU aconteceu de 23 a 29 de setembro.
O Brasil na tribuna: tradição e estratégia diplomática
O evento proporciona um fórum único para o debate multilateral de todo o espectro de questões internacionais. O Brasil, responsável pela abertura do debate, tem se utilizado da sua posição estratégica no fórum para propor debates que favorecem os interesses do nosso estado, mas também os interesses regionais (Corrêa, 2007), em uma condição de países que passaram por processos de formação similares, ainda que contando com particularidades.
Na conjuntura internacional que se apresenta, a América Latina voltou ao centro do debate multilateral, com temas como desigualdade, meio ambiente e paz dominando as falas dos líderes regionais.
Na última assembleia, o discurso brasileiro de abertura buscou sinalizar o retorno da diplomacia ativa e altiva, após um período de isolamento, com foco na reconstrução da imagem internacional e na retomada do protagonismo global.
Contudo, com as tensões regionais e globais, a fragmentação regional apresentou uma falta de consenso entre os países latino-americanos sobre temas centrais — como a guerra na Ucrânia, legitimidade do Estado palestino, transição energética e governança global. A divisão da região permanece marcada entre aproximações com EUA/UE e a busca de alternativas com China e BRICS, dificultando uma voz unificada no sistema internacional.
Em um cenário em que a ONU continua a refletir tanto as convergências quanto as contradições do sistema internacional, torna-se essencial compreender que sua atuação não ocorre de forma neutra ou isolada das dinâmicas de poder globais. Como observa Ronaldo M. Sardenberg, que foi ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República,
A atuação das Nações Unidas só é ininteligível a partir do quadro da evolução da ordem internacional. A relação entre a ONU e as realidades políticas não é, porém, mecânica. Expressa mesmo uma tensão dinâmica entre as funções das Nações Unidas como produto da ordem internacional e as que têm como possível veículo de sua transformação. (SARDENBERG, 1995, p. 120)
O discurso brasileiro na Assembleia Geral de 2025 reforça justamente essa dimensão transformadora da ONU. Ao pontuar a organização como um meio necessário para enfrentar um contexto de desordem internacional e o “paralelo entre a crise do multilateralismo e o enfraquecimento da democracia” (Brasil, 2025), o Brasil resgata a tradição diplomática de defesa do diálogo, da cooperação e do direito internacional. A fala presidencial enfatiza que o fortalecimento da ONU é condição para que o mundo se mantenha alinhado à paz, à soberania e à justiça global, reafirmando a necessidade de garantir amplos direitos mesmo em uma realidade complexa e marcada por conflitos.
A importância do discurso brasileiro ao abrir a sessão manifesta-se, portanto, não apenas no simbolismo histórico dessa prerrogativa, mas também na capacidade de orientar o debate multilateral. Ao propor uma agenda centrada na igualdade entre as nações e na responsabilidade compartilhada diante das crises globais — climática, humanitária e democrática —, o Brasil procura reposicionar-se como voz ativa do Sul Global, defendendo uma reforma da governança internacional mais representativa e inclusiva.
Ao identificar a importância do diálogo e o posicionamento brasileiro perante conflitos, Lula indicou, dentro do contexto regional, a necessidade de apoio ao fim da violência no Haiti, considerada inédita — segundo a ONU, 90% da capital haitiana é controlada por gangues armadas —, e destacou a importância do diálogo nos atuais conflitos envolvendo Venezuela e Cuba, países inseridos na prerrogativa estadunidense de guerra contra o tráfico de drogas, que passou a designar os cartéis de drogas como organizações terroristas e associar seus governos ao financiamento destas.
Sardenberg (1995, p. 125) ainda expõe o interesse brasileiro de fortalecer a presença diplomática da América Latina nas Nações Unidas, intensificando “a sua inserção na política e na economia mundiais”. Essa perspectiva ganha nova relevância em 2025, quando o país retoma o protagonismo na cena internacional, articulando os valores históricos de autonomia, solidariedade e justiça como eixos para a reconstrução do multilateralismo.
América Latina em dissonância: vozes e contradições regionais
Os discursos latino-americanos na 80ª Assembleia Geral da ONU expuseram não apenas a pluralidade de agendas nacionais, mas também a ausência de coordenação política capaz de traduzir interesses regionais em uma narrativa comum, refletindo-se abertamente na arena multilateral. As falas dos representantes revelaram diferentes visões sobre o papel da região diante dos desafios globais: cada país levou à tribuna um recorte próprio de suas prioridades, expressando realidades internas e distintas formas de inserção internacional. Apesar do esforço brasileiro em reafirmar o multilateralismo e a diplomacia cooperativa, prevaleceu a imagem de uma América Latina heterogênea, na qual convivem demandas compartilhadas por soberania e justiça social com fortes divergências políticas e ideológicas que dificultam a construção de uma atuação regional unificada.
O presidente do Chile, Gabriel Boric, destacou a necessidade de unir democracia, justiça social e sustentabilidade. Seu discurso destacou que “la justicia social, la equidad, el respeto irrestricto a la libertad de expresión, la acción climática, todos estos que se levantan como pilares de esperanza y acción para recorrer los tiempos difíciles que enfrentamos” e acrescentou que o Chile busca “construir puentes para identificar las falencias de la democracia, buscar formas de corregirlas y de mejorar la calidad de vida de nuestros pueblos”. Ao convocar, ao lado de Brasil, Colômbia, Uruguai e Espanha, o segundo Encontro pela Defesa da Democracia, Boric reforçou a ideia de uma transição ecológica justa, na qual a pauta ambiental e a renovação democrática caminham juntas.
O México, representado pelo Secretário de Relações Exteriores, Juan Ramón de la Fuente, adotou um discurso mais sereno e pragmático. Reafirmou o compromisso do país com o multilateralismo e com a solução dos conflitos, defendendo que o “México abogará siempre por la solución pacífica de los conflictos y rechaza las sanciones y los bloqueos comerciales que solo dañan el bienestar de los pueblos”. Sua fala enfatizou o posicionamento favorável do México aos organismos internacionais, respeitando a soberania dos Estados, apoiando os direitos humanos e ampliando as possibilidades para as nações em desenvolvimento.
Cuba, Colômbia e Venezuela adotaram discursos de denúncia à ordem internacional vigente, centrados na crítica às sanções e à hegemonia ocidental. O chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, classificou o bloqueio econômico imposto há mais de seis décadas como “guerra económica abarcadora y prolongada, dirigida a privar a los cubanos de sus medios de vida y sostenibilidad”. Defendendo a criação de uma “orden sin bloqueos ni medidas coercitivas unilaterales, basado en el multilateralismo y con pleno respeto a la Carta de las Naciones Unidas y el Derecho Internacional”.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, alinhado ao discurso climático, adotou um tom mais urgente e provocador. Denunciou o modelo econômico baseado em combustíveis fósseis e a falta de compromisso das grandes potências diante do colapso climático, afirmando que “América Latina, si desarrolla su potencial de energía limpia podrá limpiar toda la matriz de energía fósil de los Estados Unidos. Solo falta el dinero y se produciría el mayor aporte a la superación de la crisis climática”. Petro também enfatizou a necessidade de independência dos países latinos, principalmente contra as recentes ofensivas do presidente Trump, defendendo os direitos humanos. A Colômbia reforça essa crítica, denunciando as pressões externas na política antidrogas e o uso de violência letal no Caribe.
O chanceler venezuelano Yván Gil afirmou que seu país sofre uma “criminal agresión que durante la última década han hecho contra Venezuela para apoderarse de sus riquezas naturales y producir un ‘cambio de régimen’”. Ao denunciar as mais de mil sanções impostas à economia venezuelana, reafirmou o compromisso com uma ordem multipolar e soberana, inspirada no legado de Bolívar e Chávez. Ambos os discursos expressam a continuidade de uma postura anticolonial e a defesa de um sistema internacional mais equitativo.
Por outro lado, o discurso do presidente argentino Javier Milei destoou fortemente dos demais. Em tom liberal e confrontativo, declarou que “el Estado no crea riqueza, sino que la roba, sino que la destruye” e criticou o atual sistema das Nações Unidas que se tornaram “un modelo de gobierno supranacional de burócratas internacionales que buscan imponerles a los ciudadanos del mundo un modo de vivir determinado”, argumentando que “ninguna sociedad puede sobrevivir si incendia el futuro para calentar el presente”. Sua fala rompeu com o enfoque social e ambiental predominante entre os vizinhos, defendendo a liberalização econômica e a primazia do indivíduo como motor de desenvolvimento.
Quando colocados lado a lado, esses discursos revelam uma América Latina que fala em conjunto apenas na defesa da soberania e na denúncia das desigualdades, mas que segue caminhos distintos sobre como se inserir no mundo. Enquanto Brasil, Chile e México priorizam a agenda climática e a justiça social, Colômbia, Cuba e Venezuela enfatizam a autonomia anticolonial e a resistência às sanções, e a Argentina se distancia desse eixo ao valorizar a abertura de mercado e a liberdade individual.
A ONU entre crise e transformação: desafios do multilateralismo
Essa diversidade de vozes mostra como a região ainda carece de uma narrativa comum, tanto nos debates da ONU quanto nos espaços de articulação política regional. O enfraquecimento de mecanismos como a CELAC e a UNASUL torna mais difícil encontrar consensos e coordenar respostas conjuntas aos grandes desafios globais, como a crise climática, a governança financeira e a defesa da democracia.
O resultado é uma América Latina fragmentada, em que as vozes muitas vezes se sobrepõem, mas raramente se complementam. Ainda assim, essa pluralidade revela a vitalidade política de uma região em constante transformação, que, como observa Sardenberg (1995, p. 120), vive “uma tensão dinâmica entre as funções das Nações Unidas como produto da ordem internacional e as que têm como possível veículo de sua transformação”.
O cenário de 2025, marcado pela crise do multilateralismo e pelo declínio da democracia, obriga a América Latina a reavaliar sua posição na ONU diante de divergências sobre temas como Ucrânia, Palestina, transição energética e governança global. Enquanto Brasil, Chile e Colômbia condenaram o “genocídio em Gaza” e defenderam a “solução de dois Estados” com base no direito internacional, a Argentina adotou um tom liberal, criticando a burocracia da ONU e as agendas globais em nome do livre mercado e da limitação do papel estatal.
Essa heterogeneidade se refletiu no debate sobre a reforma da ONU, em que a tensão entre o princípio da soberania e a globalização dos problemas ficou evidente. De um lado, países que defendem o fortalecimento do multilateralismo como meio de enfrentar crises globais; de outro, visões que veem nas instituições internacionais um entrave à autonomia econômica. Essa fragmentação ideológica impede que a região se posicione de forma unificada como ator relevante na reforma do Conselho de Segurança e na redefinição das normas da economia mundial.
No cenário regional de segurança, o Brasil utiliza sua diplomacia para mediar crises, repudiando sanções unilaterais e a equiparação de criminalidade a terrorismo. A postura brasileira é, assim, de defesa intransigente da soberania e da legalidade internacional, buscando prevenir a ingerência externa, em linha com sua tradição diplomática. Essa ênfase na não-intervenção e na primazia do direito internacional resgata a chamada “Diplomacia Altiva“ e busca criar um escudo protetor para a região contra a ingerência de potências externas, ecoando a afirmação do chanceler cubano sobre a necessidade de uma nova ordem internacional que valorize o direito entre os Estados.
Alianças estratégicas em meio à fragmentação regional
Diante da fragmentação regional e das complexidades multilaterais, o aprofundamento das relações bilaterais, como a de Brasil e México (que representam 65% do PIB latino-americano), torna-se uma tática crucial. A retomada da Comissão Binacional e a celebração do Ano Dual (2024), culminando na posse da Presidenta Claudia Sheinbaum em 2025, sinalizam uma convergência em temas como justiça social, empoderamento feminino e desenvolvimento sustentável.
Esforços bilaterais se concentram na economia, com o avanço na atualização dos Acordos de Complementação (ACE-53 e ACE-55) para impulsionar o comércio. Na ONU, os dois países defendem a governança econômica global, com o Brasil propondo a tributação dos super-ricos e o México defendendo uma “economia moral do bem-estar“. Além disso, ambos cooperam em questões de segurança alimentar e transição climática.
No entanto, a ausência de uma coordenação política mais abrangente em fóruns multilaterais, como a ONU, continua sendo um desafio. Isso mostra que, embora as iniciativas bilaterais sejam fundamentais, elas ainda não conseguiram resolver a falta de uma voz regional unificada. Conforme afirmou o Secretário de Relações Exteriores do México na 80ª Assembleia Geral, o novo governo busca avançar na prática de uma “arquitectura financiera internacional que comprenda criterios de bienestar colectivo, y un comercio sustentado en reglas claras con beneficios compartidos entre los pueblos” (De la Fuente, 2025), um princípio que se alinha à proposta brasileira de justiça fiscal global.
Liderança em suspensão: o papel do Brasil na América Latina
Contudo, a falta de uma coordenação política mais ampla em fóruns multilaterais, como a Organização das Nações Unidas, ainda representa um obstáculo. Isso indica que, apesar de as iniciativas bilaterais serem essenciais, elas ainda não conseguiram solucionar a ausência de uma voz regional coesa. A opção pelo bilateralismo se apresenta, assim, como uma tática de “múltiplas velocidades“ para o regionalismo, em que o pragmatismo econômico e as afinidades ideológicas pontuais prevalecem sobre a inércia dos blocos tradicionais, porém sem criar a influência política necessária para uma atuação mais assertiva na estrutura de poder global.
O Brasil reafirma sua intenção de retomar o papel histórico de mediador global e articulador entre Norte e Sul, sustentando uma diplomacia de equilíbrio baseada na legalidade internacional, na não-intervenção e na defesa do multilateralismo. No entanto, a fragmentação política da América Latina e o enfraquecimento de mecanismos como CELAC e UNASUL dificultam a consolidação de uma agenda regional convergente. Diante disso, a diplomacia brasileira permanece ancorada mais na prudência do que na projeção, atuando como voz de diálogo em meio a uma região marcada por dissonâncias. Assim, sua liderança parece oscilar entre o prestígio simbólico e a limitação prática, restando a dúvida: o Brasil tem realmente conseguido afirmar-se como liderança regional ou apenas somado discursos a uma América Latina ainda em busca de coesão?
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