Políticas de Papel: O abismo entre as recomendações da ONU e a escalada do feminicídio em 2026
O texto discute a escalada do feminicídio no Brasil em 2026, contrastando-a com os compromissos internacionais e políticas públicas ainda pouco efetivas. Defende que a violência de gênero é estrutural, enraizada no patriarcado, no racismo e nas desigualdades históricas. Aponta que, sem implementação concreta e abordagem interseccional, as políticas permanecem “no papel” e não reduzem a letalidade feminina.
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