Ano VII, nº 123, 23 de Abril de 2026
Camila Terumi Yamada; Ivan Cersosimo Valverde; Natan Cardoso dos Santos (Imagem: ImageFX)
A guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel desestabiliza as cadeias de suprimentos globais e pode ter impactos econômicos sobre a relação entre Brasil e China. Diante da alta dos custos de energia e logística ligada ao fechamento de rotas marítimas, a diplomacia e o modelo de desenvolvimento chinês serão importantes para a manutenção da estabilidade econômica brasileira, transformando a crise em um catalisador para novas formas de cooperação Sul-Sul.
Panorama geral
O conflito entre EUA-Israel e Irã teve início na manhã do dia 28 de março com bombardeios aéreos coordenados dos EUA e de Israel que mataram funcionários de alto escalão do governo iraniano, incluindo seu líder supremo, Aiatolá Ali Khamenei. Em resposta, o Irã realizou o bloqueio do Estreito de Ormuz – via marítima estratégica no Golfo Pérsico – responsável pelo escoamento de um quinto de todo o petróleo e gás natural liquefeito comercializado no mundo. A guerra tem impacto direto na cadeia de suprimento global e repercute em todas as economias, entre as quais as brasileira e chinesa.
O conflito tomou novas proporções após a Ilha de Khan, maior terminal de exportação de petróleo bruto do Irã, ser alvejada pelos EUA. O Irã respondeu com ataques a infraestruturas críticas civis e econômicas do Oriente Médio, entre eles a refinaria de petróleo Ras Tanura, na Arábia Saudita, o complexo industrial de GNL do Catar, o Aeroporto Internacional de Dubai e as usinas de dessalinização do Kuwait e do Bahrein.
A escalada dos ataques e o bloqueio do Estreito de Ormuz expõem a sensibilidade do comércio internacional ao alto grau de dependência de uma única região no fornecimento de insumos energéticos estratégicos, assim como evidenciam a interdependência de mercados e das economias que estão sofrendo os efeitos colaterais da guerra mesmo sem envolvimento direto no conflito ou na região. O petróleo e o gás natural são recursos indispensáveis em um mundo marcado pela dependência de combustíveis fósseis e que ainda se encontra em estágio inicial da transição energética. Por esta razão, a economia mundial é profundamente influenciada pelos acontecimentos no Golfo Pérsico.
A China tem recorrido a alternativas para superar o possível desabastecimento de petróleo no país sem seu envolvimento direto no conflito e tem reiterado a resolução da guerra por meio da diplomacia. Ela vem se preparando há anos para a guerra com os estoques das refinarias bules de chá – pequenas refinarias de petróleo privadas – e também com o estoque prévio de petróleo barato de países sancionados pelos EUA, com destaque ao petróleo da Rússia, do Irã e da Venezuela.
O Brasil está entre os maiores produtores e exportadores agropecuários do planeta e é o 8º maior produtor de petróleo do mundo. É dependente de fertilizantes importados para o agronegócio e do diesel para a cadeia logística, e estes estão sofrendo aumentos consideráveis com o fechamento do Estreito de Ormuz. Cerca de 36% da uréia utilizada pelo agronegócio brasileiro provém de importações do Oriente Médio, com destaque para Irã e Omã. As importações de fertilizantes da China e da Rússia como alternativa foram frustradas pela suspensão da exportação destes insumos por aqueles países, afetando todo o setor, e as consequências serão mais evidentes na próxima safra.
A balança comercial brasileira fechou o mês de março com superávit de US$2,88 bilhões, impulsionado pela venda de petróleo em função do conflito instaurado no Oriente Médio. O Brasil é visto como alternativa para o fornecimento de petróleo enquanto o Estreito de Ormuz está bloqueado. As exportações para a China no mês de março/2026 aumentaram 17,8% e as importações 32,9%, fechando a balança comercial com um superávit de US$ 3,83 bilhões (Secex/Mdic). US$ 1,6 dos UR$ 1,9 bi de aumento na exportação de petróleo bruto foram absorvidos pela China no mês de março.
Posicionamentos e ações diplomáticas
O Irã entrou oficialmente no BRICS no início de 2024, mas em meio à atual guerra, a cúpula do BRICS não se manifestou, dado o envolvimento direto de membros no conflito e seus posicionamentos antagônicos. O Ministério das Relações Exteriores comunicou ainda no dia 28 de fevereiro que o Brasil se posiciona em prol do respeito ao Direito Internacional e à soberania dos países, e se solidariza com as vítimas atingidas pelas contra-ofensivas realizadas pelo Irã nos países do Oriente Médio.
A China mantém seu posicionamento pelo fim imediato dos conflitos e pela resolução das divergências por meio da diplomacia. A China tem conversado com atores do Oriente Médio para buscar o fim dos conflitos na região. Os ministros das Relações Exteriores da China, Wang Yi, e do Paquistão, Mohammad Ishaq Dar, se encontraram em Beijing no dia 31 de março e apresentaram uma resolução de cinco pontos para o fim do conflito: a cessação imediata de hostilidades, início de negociações de paz o quanto antes, a segurança de alvos não militares, a segurança das rotas marítimas e a primazia da Carta da Organização das Nações Unidas.
Com o apoio da China, o Paquistão está à frente das negociações de cessar-fogo e intermediou uma trégua de duas semanas entre EUA e Irã que entrou em vigor na noite do dia 7 de abril. Contudo, os ataques de Israel no sul do Líbano um dia após o fechamento do acordo fragilizaram o cessar-fogo. A abertura do Estreito de Ormuz segue vulnerável e ameaçada pelo Irã, e agora pelos EUA.
O impacto da guerra na China: disparidades econômicas regionais
O mercado de energia global funciona como o sistema circulatório da arquitetura econômica moderna, e disrupções na cadeia de suprimentos podem gerar efeitos-cascata nas redes interconectadas do comércio mundial. A dependência energética vem se tornando um dos principais desafios macroeconômicos da China, com aproximadamente 78% do petróleo consumido internamente no país vindo de fontes internacionais. O corredor do Golfo Pérsico supre cerca de 4.7 milhões de barris de petróleo por dia, quase metade das importações do produto, que chegou a ter uma demanda de 10.3 milhões em 2025. Essa dependência cria uma vulnerabilidade assimétrica, onde a instabilidade regional se transmite diretamente para o desempenho econômico doméstico por meio de múltiplos canais que se reforçam mutuamente.
As reservas estratégicas de petróleo da China estão atualmente entre 900 e 950 milhões de barris distribuídos em 13 instalações de armazenamento, garantindo aproximadamente 90 dias de cobertura de importação nas quantidades de consumo atuais. No entanto, a capacidade máxima de retirada sustentável atinge apenas 500.000 a 750.000 barris por dia sem desestabilizar as operações das refinarias, representando meramente 3% a 5% das necessidades diárias de consumo durante interrupções prolongadas de abastecimento. Isso afeta diretamente a economia do país, principalmente em setores e províncias manufatureiras. As regiões industriais chinesas concentram-se ao longo da costa leste da China, onde as indústrias intensivas em energia se aglomeram perto de instalações portuárias e cadeias de suprimentos internacionais. Essas regiões demonstram maior sensibilidade à volatilidade dos preços da energia devido à orientação para a exportação e à integração com as cadeias globais de valor, que transmitem as pressões de custos diretamente para a competitividade internacional da China. A heterogeneidade do impacto no PIB provincial reflete essa distribuição geográfica, com as províncias de Guangdong, Jiangsu e Zhejiang enfrentando pressão desproporcional da inflação dos custos de produção, enquanto províncias do interior como Xinjiang, Mongólia Interior e Shanxi se beneficiam das dotações de recursos energéticos domésticos e da expansão da capacidade de energia renovável.
O impacto da guerra no Brasil e nas relações comerciais com a China
A continuidade da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e o consequente fechamento do Estreito de Ormuz podem resultar em um “efeito cascata” na economia brasileira através da elevação dos preços do barril de petróleo consequentes ao bloqueio da rota marítima de Ormuz, onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, com impactos sobre os preços dos alimentos e também do plástico e outros derivados do petróleo. A matriz de preços de combustíveis no Brasil também está vinculada à variação do preço em mercado.
A relação comercial Brasil-China, já consolidada, ganha um novo contorno estratégico diante da tentativa estadunidense de barrar a ascensão econômica chinesa através do controle de rotas energéticas, acessando o petróleo venezuelano e orquestrando ataques no Irã. Para analistas entrevistados pelo Brasil de Fato, o esforço de guerra dos EUA no Irã revelou-se um erro estratégico, pois, ao tentar asfixiar o suprimento chinês, acabou empurrando Pequim para parcerias mais profundas com o Sul Global. Isso explica a aceleração de investimentos chineses em infraestrutura logística e energia renovável no Brasil nos últimos anos, visando garantir que o fluxo de alimentos e minérios não dependa exclusivamente de zonas sob influência direta de Washington ou de gargalos marítimos em conflito.
A relação comercial entre Brasil e China funciona, neste contexto de guerra, como um amortecedor de crises para ambos os lados. Um exemplo prático são os setores do agronegócio e de energia: enquanto o suprimento global de fertilizantes e petróleo é ameaçado no Estreito de Ormuz, a China acelera investimentos em infraestrutura no Brasil para garantir uma rota segura via Atlântico e Pacífico. Para Pequim, o Brasil é a peça-chave para mitigar sua vulnerabilidade energética, já que a China passou anos se preparando para uma crise mundial do petróleo através do acúmulo de estoques e da diversificação de fornecedores.
Por outro lado, o Brasil se beneficia da resiliência chinesa, que tem conseguido manter embarques recordes de petróleo russo e iraniano por rotas alternativas, reduzindo o impacto total da crise em suas indústrias e mantendo a demanda por produtos brasileiros. Esse alinhamento é reforçado pela ação diplomática: o Brasil colabora no fortalecimento de mecanismos de compensação financeira fora do sistema Swift, protegendo, de certa forma, as transações bilaterais contra interferências políticas decorrentes do conflito no Irã.
Considerações finais e perspectivas futuras
O fechamento do Estreito de Ormuz evidenciou a interdependência e vulnerabilidade das economias dependentes de petróleo e gás do Oriente Médio. A longo prazo, os países precisam diversificar sua matriz energética e acelerar a transição energética verde.
A diminuição da oferta de recursos energéticos e insumos no mercado poderá levar à desaceleração da economia mundial e pode haver uma pressão inflacionária em meio à busca dos países por segurança energética, alimentar e territorial. Se o conflito se estender, a economia mundial poderá vivenciar uma estagflação semelhante à causada pelos choques de petróleo da década de 1970, que teve, entre outras consequências, o aumento do endividamento dos países emergentes e o atraso nos seus planos de desenvolvimento socioeconômico.
No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom, 2026) mostrou, em sua reunião de março, preocupação com o aumento da inflação pressionada pelo conflito no Oriente Médio e reduziu a taxa básica de juros de 15% para 14,75%, o que ainda mantém a Selic na posição de uma das maiores do mundo. O cenário de incerteza tenderá a manter a taxa Selic em patamares elevados, contrariando a previsão inicial de uma possível redução da taxa até o final do ano.
A economia chinesa não deve sentir grande impacto no curto prazo com o desabastecimento de recursos energéticos e a alta inflacionária. No entanto, como maior exportadora do mundo, a China poderá sofrer com a desaceleração a médio prazo da economia mundial. O Brasil poderá ser impactado pela desaceleração da China, sua maior parceira comercial desde 2009, mas no cenário atual tem se beneficiado do aumento das exportações para a China.
REFERÊNCIAS
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