Irã: Antecedentes, guerra e transformações no eixo xiita no Oriente Médio contemporâneo

Ano VII, nº 124, 07 de Maio de 2026

Por Mohammed Nadir, Ana Carolina Carvalho de Oliveira, Alice Maria Duarte Maia, Carlos Eduardo Ramos Sanches, Gabriel de Castro Soares, Giovanna Albuquerque Apolinario, Isabella Werneck, Rafael de Paula Anefalos

O conflito entre Irã e Estados Unidos possui raízes históricas profundas, marcadas por intervenções externas, disputas energéticas, transformações políticas e rivalidades ideológicas que moldaram o Oriente Médio contemporâneo. Desde o golpe apoiado pela CIA em 1953, passando pela Revolução Iraniana de 1979, pela consolidação do chamado eixo xiita e pelas sucessivas tensões em torno do programa nuclear iraniano, a relação entre Teerã e Washington foi construída sob desconfiança, sanções e confrontos indiretos. Nesse contexto, compreender os antecedentes históricos, religiosos e geopolíticos da região torna-se fundamental para analisar o recente agravamento das tensões, o enfraquecimento do eixo de influência iraniano e a escalada militar conhecida como “Guerra dos 40 dias”. 

Os antecedentes da Guerra 

Em 1953, através da Operação Ajax da CIA, os Estados Unidos, juntamente ao Reino Unido, realizaram um golpe que derrubou o primeiro-ministro democraticamente eleito – Mohammad Mossadegh –, que havia nacionalizado o petróleo iraniano, expropriando a Anglo-Iranian Oil Company (UK) que antes explorava quase exclusivamente o recurso em solo iraniano. Com sua queda, o monarca Mohammad Reza Pahlavi assumiu o poder e reaproximou o país dos interesses anglo-americanos, especialmente no setor energético. Com isso, a população iraniana passou a presenciar uma secularização e uma ocidentalização da cultura promovidas pelo alinhamento do governo aos EUA e ao Reino Unido que, gradualmente, foi provocando uma sensação de insatisfação da população iraniana, que via isso como uma perda da identidade islâmica. Esse desafio à soberania iraniana pela intervenção estadunidense na política criou um sentimento de antiamericanismo no povo que vai ser consolidado na ruptura do modelo ocidentalizante do Xá com a Revolução Iraniana de 1979. Ainda sob a monarquia do Xá, em 1968, o Irã assinou o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) assumindo as obrigações de não desenvolver nem adquirir armas nucleares, aceitar inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica e usar energia nuclear apenas para fins pacíficos.

      Em sentido contrário, em 1979, a Revolução Iraniana derrubou a monarquia e instaurou uma República Islâmica – liderada por um líder supremo (Aiatolá), um chefe do executivo subordinado ao Aiatolá (“Presidente”), um Conselho e a Guarda Revolucionária (IRGC), que garantiria a permanência do regime. Assim, com o apoio de setores laicos contrários à repressão política e grupos religiosos contrários à influência ocidental no país, o Irã rompe definitivamente as relações com os EUA. Em novembro de 1979 estudantes revolucionários tomaram a embaixada americana em Teerã, mantendo 52 diplomatas como reféns por 444 dias. Washington, então, cortou relações diplomáticas, impôs sanções e congelou ativos iranianos. A crise dos reféns transformou o Irã, aos olhos do público americano, em símbolo do terrorismo de Estado e do radicalismo islâmico. Nos anos seguintes, o Irã retomou o desenvolvimento nuclear se aproximando de países como China, Paquistão e Rússia e, em 1995, Bill Clinton assina um embargo total ao comércio com o Irã em 1995, e a lista de acusações se ampliou: financiamento do Hezbollah, apoio ao Hamas, ambições nucleares, revelando que a coerção financeira seria o principal instrumento americano de relacionamento com Teerã. Essa lógica se intensificou após os atentados de 11 de setembro de 2001, quando George W. Bush inseriu o Irã no chamado “Eixo do Mal”, comprometendo mais ainda as vias diplomáticas entre EUA e Irã.

      Em 2003, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) identificou atividades nucleares não declaradas pelo Irã, o que levou a uma nova crise diplomática. A crise, entretanto, abriu caminho para uma nova tentativa de contenção do programa nuclear iraniano e, em 2015, durante o governo de Barack Obama, é assinado o “Joint Comprehensive Plan of Action” (JCPOA) – acordo assinado pela China, França, Alemanha, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos, União Europeia e Irã, com a participação do Conselho de Segurança da Onu (CSNU), no qual o Irã se comprometia a limitar o enriquecimento de urânio a 3,67%, submeter suas instalações à fiscalização da AIEA e reduzir drasticamente seus estoques de material nuclear. Em troca, as sanções econômicas seriam progressivamente reduzidas. Em maio de 2018, o governo de Donald Trump retirou unilateralmente os Estados Unidos do acordo, ignorando os apelos dos aliados europeus e contrariando as avaliações de suas próprias agências de inteligência, que confirmavam o cumprimento iraniano dos termos estabelecidos. Trump descreveu o JCPOA como “o pior acordo da história”, classificando-o como “unilateral” e “desastroso”, argumentando que ele não contemplava o programa de mísseis balísticos do Irã nem sua influência regional desestabilizadora. Nesse cenário, o Irã, que havia reduzido seu enriquecimento de urânio a menos de 4%, gradualmente abandonou os limites do acordo e elevou essa taxa a 60% — ainda abaixo dos 90% necessários para armas nucleares, mas muito acima do que qualquer outro país sem arsenal nuclear.

Irã e Oriente Médio: o xiismo no Oriente Médio e a formação eixo xiita ao longo dos anos

      O Império Sassânida, conquistado em 651 pelo Califado Rashidun, tinha dentre seus domínios o território onde situa-se a atual República Islâmica do Irã, além de muitos outros que foram igualmente anexados pelos árabes. Rezakhani (2017) pontua que os conquistadores introduziram a escrita árabe no novo domínio apesar do persa também ser amplamente aceito num processo de assimilação que demorou 70 anos para consolidar-se.

      Paralelamente à expansão muçulmana, desenvolvia-se também o embate pela sucessão de Maomé, falecido em 632. Lewis (1995) ensina que este período foi marcado por conflitos civis tão logo Abu Bakr, sogro do profeta, assumiu a liderança. Após breve governo, seu falecimento em 634 levou ao trono Umar, por sua vez assassinado por um escravo cristão. Ascenderia então Uthman, que em 656 foi morto por combatentes amotinados e simpáticos à Ali, primo de Maomé e partidário do entendimento que seu grau de parentesco junto ao profeta por si só lhe concedia direito sucessório, vindo este à ocupar o trono até 661 quando foi também assassinado, neste caso pelo líder de uma seita radical, encerrando o denominado Califado Rashidun. Dessa vez, o depositário do poder foi Muawiya, governador da Província da Síria e primo do falecido califa Uthman. Hassan, filho de Ali, optou por abrir mão do direito ao califado em benefício à Muawiya, que inaugurou o período Omíada. No ano de 680, Husayn, filho de Ali e neto de Maomé liderou uma revolta no atual Iraque ao lado de familiares e simpatizantes mas restaram derrotados pelos omíadas num episódio conhecido como Massacre de Karbala, do qual saiu vivo apenas um único garoto num dos episódios mais dramáticos e rememorado até hoje pelos xiitas como data de martírio, culpa e penitência.

Ao longo dos séculos, califados que sustentavam-se na ideia de parentesco junto à Maomé surgiram por todo o Oriente Médio. Hourani (1991) traz os exemplos do Califado Abássida (descendentes de Abbas, tio do profeta) e o Califado Fatímida (descendentes de Ali e Fátima). Peters (2007) aduz que no século XVI, por ordem do Xá Ismail, o xiismo tornou-se a religião oficial do Império Safávida, o Irã de então, e assim atravessou os períodos Qajar e Pahlevi, tendo normatizado os preceitos dessa vertente na Constituição de 1906.

O século XX traria imensas conflagrações para o país, especialmente pelo advento da importância do Petróleo no cenário global. De acordo com o que escreve Coggiola (2008), em 1921 o oficial Reza Khan aplicou um golpe apoiado pela Inglaterra e iniciou um processo de repressão religiosa com vistas a implementar a secularização no novo Estado tal qual fizera a Turquia. Em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, britânicos e soviéticos invadiram o país para assegurar o fornecimento de óleo, fazendo com que Reza abdicasse em favor do filho Mohammed Reza Pahlevi que fora criado em Londres e sequer falava a língua nativa, vindo a tornar-se muito próximo do Ocidente ao longo de seu governo que coincidiu com o advento da Guerra Fria. Na década de 50, Reza nomeia Mohammed Mossadegh como primeiro-ministro após forte apelo da população em favor do novo premiê que era próximo das estruturas de poder xiitas, e que acabou por privatizar o Petróleo da nação. Em 1953, patrocinada pela CIA, a Operação Ajax depôs Mossadegh e reinstalou o Xá que havia fugido para Roma durante esse turbulento período e que, governaria dali em diante como um ditador. Contudo, no início dos anos 60 o enfrentamento entre Xá e os líderes xiitas explodiria em razão de um novo projeto do governo, com orientação laica, voltado para os conselhos das cidades e províncias mas, especialmente com a figura de Ruhollah Khomeini, autor da obra A Revelação dos Segredos que fazia críticas diretas à Pahlavi. Após anos de combates com o governo, prisões arbitrárias, perseguições e greves gerais, o Xá abandonou o país novamente em 16 de Janeiro de 1979, dessa vez definitivamente, concluindo a Revolução Iraniana que levou Khomeini ao poder.

Desde então, a República Islâmica do Irã construiu ao longo dos anos um sistema de segurança no qual apoia grupos, na maioria das vezes xiitas, com vistas a propagar seus objetivos regionais no Oriente Médio. Wastnidge e Mabon (2024) elencam o Hezbollah no Líbano a na Síria, as Forças de Mobilização Popular no Iraque, o Hamas, a Jihad Islâmica e a FPLP na Palestina, posicionando-se sempre como antípoda dos interesses dos EUA e Israel na região.

O revés do eixo xiita: a queda de Bachar, contenção de Hizb Allah e morte das lideranças iranianas 

O Eixo da Resistência é uma coligação militar informal liderada pelo Irã, que está presente em toda a Ásia Ocidental. Unindo diversos grupos armados não estatais alinhados aos interesses do Irã com o principal interesse em combater a influência principalmente dos Estados Unidos e Israel. O “Eixo” se enquadra em organizações militantes islâmicas xiitas, também conhecido como A Força Quds, unidade de elite do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, ligada ao Irã, responsável por conduzir operações fora do país. Sua principal função é apoiar, fornece recursos, armamentos e treinar e coordenar grupos aliados no exterior, se enquadra em organizações militantes islâmicas xiitas, como o Hezbollah no Líbano, a Resistência Islâmica e as Forças de Mobilização Popular no Iraque, e os Houthis no Iêmen.
No entanto, os acontecimentos mais recentes no Oriente Médio indicam um enfraquecimento significativo dessa aliança. A queda do governo de Bashar al-Assad, a oposição, liderada pelo HTS (O Hayat Tahrir al-Sham “Comitê de Libertação do Levante”), avançou rapidamente sobre cidades estratégicas como Alepo, Homs e, por fim, a capital Damasco, em dezembro de 2024, após uma ofensiva rebelde que resultou na tomada de Damasco e no colapso do regime sírio, representou um duro golpe para o Irã e sua rede de influência regional. A Síria era um dos principais pilares estratégicos do chamado eixo xiita, funcionando como corredor logístico e político para a atuação iraniana no Oriente Médio. Com a saída de Assad, que se refugiou na Rússia onde recebeu asilo, essa estrutura foi profundamente abalada, abrindo espaço para novos atores e aumentando a instabilidade regional.
Paralelamente, o Hezbollah também enfrenta pressões crescentes, tanto por limitações operacionais quanto pelo novo cenário regional, no qual o enfraquecimento do aliado sírio. Historicamente, o grupo desempenhou um papel estratégico como força militar relevante no Líbano e como instrumento de projeção iraniano. Nos últimos anos, sua atuação tem sido progressivamente limitada. A intensificação das tensões com Israel resultou em confrontos mais controlados, nos quais o Hezbollah evita uma escalada total, indicando restrições estratégicas e operacionais. Esse comportamento sugere não apenas cautela, mas também limitações impostas pelo novo contexto regional. Fatores internos têm contribuído para essa contenção. A crise econômica e política no Líbano tem reduzido a base de apoio do grupo e dificultado sua sustentação logística e financeira. Paralelamente, a perda de apoio indireto decorrente da instabilidade na Síria, especialmente, após a queda do governo de Bashar al-Assad, comprometeu rotas estratégicas fundamentais para o abastecimento e a coordenação militar do Hezbollah. Soma-se a isso a intensificação dos ataques de Israel ao sul do Líbano, que têm como objetivo enfraquecer a infraestrutura militar do grupo e limitar sua capacidade de atuação. Esses ataques aumentam os custos operacionais do Hezbollah e restringem ainda mais sua liberdade estratégica na região.

O enfraquecimento do Eixo se dá pela perda de lideranças estratégicas ligadas ao Irã. Ao longo dos últimos anos, operações direcionadas contra figuras-chave. Um dos episódios mais significativos foi a morte do general Qasem Soleimani, então comandante da Força Quds, em 2020, durante uma ação conduzida pelos Estados Unidos. Soleimani desempenhava um papel central na organização e integração dos diferentes grupos que compõem o eixo, sendo responsável por alinhar estratégias e fortalecer a cooperação entre aliados regionais. A morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em 2026, durante uma operação militar envolvendo Estados Unidos e Israel, representa um dos maiores abalos à estrutura de poder iraniana nas últimas décadas. Como principal autoridade política, religiosa e estratégica do país, Khamenei desempenhava papel central na coordenação do chamado eixo da resistência. Sua morte não apenas gerou incertezas quanto à sucessão, mas também comprometeu a capacidade de articulação do Irã com seus aliados regionais, contribuindo para o enfraquecimento e a fragmentação do eixo xiita no contexto atual.
Diante desse cenário, o chamado eixo xiita enfrenta um momento de inflexão. Embora ainda mantenha relevância geopolítica, sua capacidade de articulação e influência parece cada vez mais desafiada por fatores internos e externos, levantando dúvidas sobre sua sustentabilidade no longo prazo.

A Guerra dos 40 dias

O encadeamento dos eventos de março até agora revela uma escalada retórica e estratégica altamente volátil no confronto entre Irã e Estados Unidos, marcada por sucessivos ultimatos, prazos e ameaças de destruição em larga escala. Em 21 de março, o presidente Donald Trump iniciou o ciclo ao estabelecer um ultimato de 48 horas, ameaçando atacar infraestruturas energéticas iranianas caso o Estreito de Ormuz não fosse reaberto. A resposta iraniana, ainda que ambígua, indicava seletividade no acesso à rota marítima, o que já apontava para uma disputa direta sobre um dos principais embates do comércio global (G1).

Posteriormente, pode-se observar uma estratégia de “adiamento escalonado”, no qual, ainda em março, Trump estendeu sucessivamente os prazos, alegando avanços diplomáticos e pedidos iranianos por mais tempo (CNN). Esse movimento sugere uma tentativa de combinar pressão militar com abertura negociadora, mantendo a credibilidade da ameaça ao mesmo tempo em que se preserva espaço para barganha. No entanto, no final de março, a retórica voltou a se intensificar, com a promessa de destruição total da infraestrutura energética iraniana caso não houvesse acordo, reforçando a lógica de coerção (BBC).

A partir de abril, o discurso norte-americano passou a incorporar elementos mais agressivos e simbólicos, incluindo menções a um possível cessar-fogo condicionado e à continuidade de ações militares até a reabertura do estreito. Essa escalada culmina em outro ultimato no decorrer dos dias seguido por ameaças ainda mais explícitas e detalhadas sobre ataques iminentes a usinas e pontes, além da menção a “opções piores”, indicando uma ampliação do repertório de coerção (BBC).

Após abertura do Estreito de Ormuz, quase na metade de abril, o Irã voltou a restringir a passagem de navios menos de 24 horas após ter anunciado sua reabertura parcial, o que revela a fragilidade das tentativas de estabilização e o caráter altamente volátil da trégua em curso. Essa decisão iraniana está diretamente vinculada à manutenção do bloqueio naval imposto pelos EUA sobre portos iranianos (CNN). Ou seja, o fechamento do estreito aparece como uma resposta estratégica a essa pressão, indicando uma lógica de reciprocidade coercitiva, já que enquanto Washington restringe o comércio marítimo do Irã, Teerã limita o fluxo global de energia. Essa dinâmica reforça o papel do estreito como ativo estratégico, já que por ele transita uma parcela significativa do petróleo mundial, o que amplifica os efeitos da crise para além da região.

Nesse sentido, esse caráter prolongado está diretamente ligado à natureza dos objetivos envolvidos. De um lado, os EUA e seus aliados buscam enfraquecer estruturalmente o Irã, limitando sua capacidade militar, ou pressionando seu regime político, enquanto o Irã aposta justamente na capacidade de resistir ao desgaste, utilizando tanto sua profundidade territorial quanto sua rede de aliados regionais para manter o conflito ativo e diluído no tempo (G1).

REFERÊNCIAS

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BBC NEWS BRASIL. Crise no Líbano: entenda por que o país enfrenta colapso econômico e político. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-58500000. Acesso em: 25 abr. 2026.

CNN BRASIL. Veja linha do tempo das ameaças de Trump contra o Irã na guerra. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/veja-linha-do-tempo-das-ameacas-de-trump-contra-o-ira-na-guerra/. Acesso em: 2 maio 2026.

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G1. Por que guerra no Irã virou um teste de resistência e de tempo. 21 abr. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/04/21/por-que-guerra-no-ira-virou-um-teste-de-resistencia-e-de-tempo.ghtml. Acesso em: 2 maio 2026.

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WASTNIDGE, E.; MABON, S. The resistance axis and regional order in the Middle East: nomos, space, and normative alternatives. British Journal of Middle Eastern Studies, v. 51, n. 5, p. 954–971, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1080/13530194.2023.2179975. Acesso em: 27 abr. 2026.

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