Ano VI, nº 106, 24 de julho de 2025
Por Ana Carolina Carvalho de Oliveira, Anderson Röhe, Édina Maria Santos Silva, Gabriel Gasques Nogueira e Livia Romano Fernandes da Cruz
(Imagem: Ricardo Stuckert/ Agência Brasil)
Esse artigo analisa uma possível reconfiguração dos investimentos chineses no Brasil, na medida em que a China busca reafirmar sua posição em um contexto global de reordenamento econômico. Questiona-se a capacidade desses novos investimentos se articularem com os interesses do governo brasileiro de modernização da estrutura produtiva e neoindustrialização.
Parte I: Reaproximação CH-BR
O terceiro mandato do presidente Lula tem sido marcado por uma reorientação estratégica da política externa brasileira, com destaque para a retomada das relações bilaterais com a China em bases mais estruturadas. Desde que foi eleito, seu governo tem buscado reconstruir a política externa com foco na articulação entre inserção internacional e transformação estrutural interna, na qual a China é seu principal aliado.
A visita oficial de Lula a Pequim, em maio de 2025, selou um novo ciclo nas relações sino-brasileiras, ocasião em que os países assinaram acordos bilaterais em áreas como comércio, pesquisa e inovação, comunicações, cooperação espacial e combate à fome.
A visita de Lula objetivou não tratar exclusivamente sobre commodities, principais produtos importados do Brasil pela China, como a soja. E sim tomar outra perspectiva, abarcando a colaboração da China com o Brasil em áreas sensíveis, tendo em vista a industrialização brasileira em setores como por exemplo, semicondutores, tecnologias verdes, mobilidade elétrica e digitalização da produção. Portanto, a escolha dos setores já mencionados, revela uma nova abordagem entre os objetivos da política industrial lançada pelo governo federal e os interesses estratégicos chineses.
Ainda durante essa visita, o estreitamento frente à cooperação sino-brasileira foi reforçada com a assinatura de um memorando de entendimento entre a Casa Civil da Presidência da República e a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (NDRC). Esse acordo prevê mecanismos permanentes de coordenação entre os dois governos para identificação de projetos prioritários, além de promover o intercâmbio de práticas de planejamento estatal, instrumentos de financiamento e políticas industriais. Ademais, o protagonismo da Casa Civil evidencia a centralidade que a cooperação com a China tem assumido no núcleo de formulação da política pública brasileira.
Além disso, em 2024, Brasil e China assinaram o Plano de Cooperação Brasil-China (2024–2033), que estabeleceu linhas prioritárias de parceria em áreas como transição energética, semicondutores, mobilidade sustentável, infraestrutura logística e digitalização industrial. O plano, por sua vez, é coerente com os eixos da Nova Indústria Brasil (NIB) e reflete o esforço do governo federal em alinhar a política externa aos objetivos da política industrial doméstica. Com isso, ao priorizar a cooperação tecnológica, o plano sinaliza que o Brasil busca se posicionar nas cadeias globais de valor, visando a reduzir sua dependência da exportação de commodities e apostando na agregação de valor e na sofisticação produtiva.
Logo, acordos como esses, evidenciam o estímulo da cooperação Sul-Sul, mas agora com ênfase na transição ecológica, inovação e capacitação produtiva. A China é vista, nessa perspectiva, não apenas como destino de exportações de commodities ou origem principal de financiamento, mas como parceira na construção de uma nova base econômica para o Brasil.
Entretanto, embora esses acordos firmados bilateralmente sejam diferentes de outros países da América Latina, o Brasil optou por não aderir formalmente à Iniciativa do Cinturão e Rota. Apesar de, como já evidenciado, manter fortes relações com Pequim sobre sinergias regionais e grandes projetos de infraestrutura. Essa postura do governo brasileiro demonstra uma tentativa de preservar certa margem de manobra estratégica, combinando pragmatismo econômico com cautela geopolítica.
Parte II – Investimentos chineses no Brasil
A chegada de investimentos chineses ao Brasil, especialmente após 2010, marcou o início de uma nova era nas relações bilaterais entre os dois países. Essa internacionalização do capital chinês coincidiu com o pico de crescimento econômico do país asiático e a evolução de sua política externa com o objetivo de obter acesso a insumos basilares, tais como energia, matérias-primas e mercados estratégicos. Para tanto, o Brasil foi considerado um parceiro prioritário.
Entre os anos de 2007 e 2020, o Brasil recebeu mais de US$ 66 bilhões em investimentos chineses, divididos em 176 projetos, com aproximadamente 70% desse volume concentrado nos setores de eletricidade, petróleo e gás. Empresas como State Grid, China Three Gorges e CNOOC acabaram assumindo papéis estratégicos no setor energético brasileiro, seja por meio da aquisição de distribuidoras e transmissoras, seja participando de leilões de campos de petróleo. Essa ênfase evidencia um padrão altamente setorial de investimento chinês no Brasil, com um padrão de aquisição de ativos preexistentes e pouca presença em áreas com produção ou base tecnológica nacional.
Já entre 2017 e 2023, foram confirmados 73 projetos, com um valor total de US$31,6 bilhões, dos quais mais da metade ainda concentrados nos setores de energia e mineração, confirmando o caráter histórico da agenda de investimentos sino-brasileira. Embora oportuna, a diversificação só começou a ganhar impulso nos últimos anos, especialmente a partir de 2022, com o ingresso de empresas chinesas nos setores de mobilidade elétrica, energia renovável e manufatura industrial. A entrada de empresas como BYD e Great Wall Motors (GWM) e o crescente interesse em cadeias de valor verdes representam um grande marco nessa jornada.
Só em 2023, os investimentos chineses no Brasil somaram US$ 1,73 bilhão, um aumento de 33% comparado ao ano anterior. Desses, 72% dos projetos estavam relacionados a tecnologias limpas ou sustentáveis, e 83% foram executados na modalidade greenfield, ou seja, por meio da construção de novos projetos em solo brasileiro. Isso representa uma diferença em relação à fase anterior, onde fusões e aquisições eram a tendência.
Contudo, apesar dos crescentes fluxos chineses (vide tabela 1), o Brasil – até o início do governo Lula III – não previu uma estratégia abrangente para vincular esses investimentos às nossas necessidades de reindustrialização, inovação ou fortalecimento das cadeias produtivas nacionais.
Tabela 1 Investimento estrangeiro direto chinês realizado no Brasil (2017 – 2023). Fonte.
Parte III – Investimento na indústria automobilística – BYD E GWM
Atualmente, a indústria automobilística é uma das mais sensíveis à entrada de produtos chineses no Brasil. Analisa-se que pelo menos 80% das vendas de carros elétricos no país, bem como o movimento de carros “verdes”, de acordo com a Associação Brasileira de Veículos Elétricos – ABVE, dependem das importações chinesas. Esse contexto evidencia como o Brasil, que está entre os oito maiores produtores de automóveis no mundo e os seis maiores países em consumo, é visto como um destino interessante para o mercado automotivo chinês.
É citada, como impulsionadora desses aportes, a entrada de montadoras chinesas em solo brasileiro. Destacam-se a BYD, GWM, e agora a GAC MOTOR. Enquanto a GWM comprou por US$ 1,8 bilhões a fábrica da Mercedes Benz no Brasil, a BYD iniciou suas operações na fábrica de Camaçari, na Bahia. Já a GAC, durante visita de Alckmin à China, anunciou sua operação no Brasil com investimento inicial de US$ 1 bilhão.
A BYD, maior montadora de veículos eletrificados no mundo, implementou uma frota de expansão no exterior, e tem o Brasil como principal alvo. De acordo com a Reuters, no final do mês de maio, o carregamento de carros elétricos foi o quarto da montadora a chegar ao Brasil este ano, totalizando cerca de 22 mil veículos.
No entanto, a entrada de veículos elétricos chineses na economia preocupa empresas concorrentes, sobretudo as que produzem carros no Brasil e estão perdendo para os produtos importados. Lembra-se que no Brasil há uma tradição de indústria automobilística – ainda que dominada por empresas multinacionais – desde a década de 1960. Essa indústria que produz aqui, em território nacional, gera trabalho, renda e relativo avanço tecnológico em âmbito local, como depende do mercado doméstico, em grande medida, para as suas vendas. Assim, a entrada das importações dos carros chineses que não são produzidos no país, é de relativa ameaça.
Pois enquanto a taxa de importação para veículos chineses em países como os Estados Unidos e o Canadá chega a 100%, e na Europa, 45%, no Brasil, em 2015, foram eliminadas as tarifas sobre a importação de carros inteiramente elétricos. Com isso, o país se tornou um alvo ainda mais promissor para as importações.
Apenas em 2023 o Governo Federal adotou um cronograma de retomada gradual das taxas, que varia conforme o grau de eletrificação do modelo, ou seja, modelos inteiramente elétricos teriam menos taxas que modelos híbridos. Por hora, as taxas estão fixadas em 18% para modelos inteiramente elétricos, 20% para modelos híbridos plug-in e 25% para modelos híbridos convencionais – números considerados modestos.
A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), afirma que os investimentos recebidos no Brasil (o setor automotivo no país anunciou mais de R$ 180 bilhões em investimento nos últimos anos, grande parte destinada ao desenvolvimento de veículos eletrificados) podem estar comprometidos sem uma proteção tarifária adequada por parte do Governo Federal. A associação articula um aumento imediato da alíquota de importação sobre veículos elétricos e híbridos para 35%, que estava previsto apenas para julho de 2026. Para a Associação, essa medida faz parte de uma política de incentivo à produção local e ao desenvolvimento da indústria no país. Desde 2024, a Anfavea articula o aumento da alíquota, buscando uma antecipação do aumento já previsto. Além disso, a Anfavea estuda apresentar ao Ministério de Desenvolvimento um pedido para a investigação das montadoras chinesas sob a prática de dumping.
“Apoiamos a chegada de novas marcas ao Brasil para produzir, promover o setor de componentes, criar empregos e trazer novas tecnologias”, disse Igor Calvet, presidente da Anfavea, à Reuters. “Mas, a partir do momento em que um excesso de importações causa um menor investimento em produção no Brasil, isso nos preocupa”.
O ex-presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, articula que a indústria não poderia ficar refém das importações sem um processo de nacionalização das etapas produtivas, o que gera, de fato, retorno à economia via geração de emprego, renda e desenvolvimento produtivo.
Do lado das empresas chinesas, a BYD tem reafirmado o seu compromisso com a modernização do setor automotivo no país, pontuando que a importação de veículos é uma medida paliativa até o início da produção fabril em solo brasileiro. Contudo, ainda não está claro como se dará a internalização dos processos produtivos das montadoras chinesas no país. Nesse sentido, destaca-se que as indústrias chinesas dominam todo o processo de elaboração dos veículos, incluindo a escala produtiva das baterias. Segundo Lauro Filho, em artigo para o Observa China, “o país construiu uma cadeia de valor quase autossuficiente — do fornecimento de matérias-primas à fabricação do produto final. Regiões como Sanhe, no sul de Guangdong, concentram todas as etapas da produção em um único pólo industrial, em um modelo que os próprios chineses chamam de “o dragão inteiro”. E, hoje, a China é responsável por cerca de 75% das baterias de íons de lítio produzidas no mundo.
No Brasil, tanto a BYD quanto a GWM vão iniciar suas operações produtivas no Brasil por meio do sistema SKD (Semi Knocked Down) em que os veículos são importados da China em módulos semi-desmontados e são apenas montados no Brasil. Inclusive, aproximando-se do momento em que o regime SKD se iniciará, já há lobby da BYD para que o governo brasileiro reduza impostos de importação sobre os semi-desmontados, para facilitar sua operação. Posteriormente, a partir de dezembro de 2026, pretende-se implementar o regime CKD (Completely Knocked Down), no qual importa-se partes e peças da China para montar os veículos no Brasil. É preciso reconhecer que ambos os modelos (SKD e CKD) contribuem apenas de forma limitada para o processo de internalização produtiva e modernização da estrutura produtiva brasileira, além de prejudicar veículos completamente produzidos aqui.
Sendo assim, no que concerne à nacionalização das etapas produtivas, o novo processo de industrialização brasileira envolve ainda dar um tom de mais autonomia para o setor tecnológico, nos moldes como hoje é feito pelas indústrias na China. Sobretudo, considerando que o modelo de produção atual, na prática, não abrange totalmente o desenvolvimento da economia brasileira. Portanto, face a essas demandas do Brasil, ainda não há um panorama claro de como se dará a internalização dos processos produtivos das montadoras chinesas no país. Por último, medidas como o aumento da taxação sobre veículos importados, conforme proposto pela Anfavea, não necessariamente restringem a transferência de tecnologia e comércio, mas podem, ao contrário, valorizar e incentivar a produção nacional, fortalecendo a cadeia automotiva local.
Notas:
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https://www.infosistemas.com.br/imposto-de-carros-eletricos-e-hibridos-importados-sobe-veja-para-quanto/ Acesso em 02 Jul.2025
Fórum Empresarial Brasil-China celebra R$ 27 bilhões em investimentos de empresas dos dois países. GOV. 12 maio. 2025. Disponível em
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China é maior parceira comercial do Brasil há 15 anos e compra mais do que o dobro dos EUA. Brasil de Fato. 11 mai. 2025. Disponível em:https://www.brasildefato.com.br/2025/05/11/china-e-maior-parceira-comercial-do-brasil-ha-15-anos-e-compra-mais-do-que-o-dobro-dos-eua/. Acesso em 22 jun.2025
China e Brasil assinam acordos de cooperação pelo terceiro ano consecutivo; confira lista. Brasil de Fato. 13 maio. 2025 Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/05/13/china-e-brasil-assinam-acordos-de-cooperacao-pelo-terceiro-ano-consecutivo-confira-lista/. Acesso em 23 jun. 2025.
Referências:
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