Em 3 de janeiro de 2026, uma operação militar dos EUA resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, levados como prisioneiros para Nova York, onde se encontram no presente momento, e no assassinato de cerca de 100 pessoas, entre civis e militares venezuelanos e 32 cubanos integrantes do dispositivo de segurança pessoal do presidente. Desde então, os EUA assumiram ilegalmente o controle político da Venezuela, forçando a vice-presidente Delcy Rodríguez, que substituiu Maduro como presidente interina, a se submeter às ordens do governo do presidente Donald Trump. Entre as muitas imposições feitas pelo EUA, destaca-se o controle das exportações, da receita e dos ativos da empresa estatal Petróleos de Venezuela (PdVSA). Nesse contexto, Trump anunciou em agosto a assinatura de um acordo com o governo venezuelano que garante às autoridades estadunidenses o controle de 17 campos petrolíferos na Venezuela, com um volume total de reservas de petróleo calculado em 65 bilhões de barris, o equivalente a 21% das reservas venezuelanas. O artigo que se segue aborda os efeitos da intervenção dos EUA no cenário petrolífero venezuelano.
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